quarta-feira, 22 de maio de 2013

Secretário do MMA explica ações para regularização ambiental de imóveis rurais, redução do desmatamento e recuperação de áreas degradadas

Desafios e estratégias para implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) foram destacados pelo secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Guilherme Cabral, na manhã desta quarta-feira (21), em São Paulo (SP), durante o 2º Curso da Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) para Jornalistas, que se encerra nesta quarta (22). O curso, voltado para profissionais da área de comunicação, aborda temas ligados ao Novo Código Florestal e seus principais instrumentos, como o CAR, ação do MMA que busca a regularização ambiental de imóveis rurais, redução do desmatamento e recuperação de áreas degradadas.

Ao detalhar o que é o Cadastro Ambiental Rural e as políticas públicas para sua operacionalização, o secretário Paulo Guilherme destacou aos jornalistas a importância de divulgar a agenda, já que o Código Florestal levou ao grande público informações que sempre circularam no meio técnico. “Nunca houve um debate tão pontual em torno de assuntos como Reserva Legal e Áreas de Preservação Permanente para que, de fato, fossem criados instrumentos ambientais legais que garantissem a produção de alimentos aliada à conservação ambiental”. Segundo ele, o papel desses profissionais de comunicação é divulgar de forma adequada, clara e objetiva o que ficou definido pela Nova Lei Florestal.

DESAFIOS E ESTRATÉGIAS

Segundo o secretário, fazem parte das estratégias governamentais de implantação do CAR a recente aquisição de imagens de satélite em alta resolução de todo o território nacional, a assinatura de Acordos de Cooperação Técnica com outros órgãos do governo, entidades de classe e estados parceiros do MMA no processo de cadastramento de imóveis rurais, campanhas de divulgação e capacitação de técnicos nos órgãos estaduais de meio ambiente. “Também firmamos parcerias com bancos e fundos internacional e uma delas é com o Programa de Investimento Florestal (FIP), que está apoiando a implantação do CAR no Cerrado com U$ 49,9 milhões para os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Paraná”.

Como desafios, Cabral citou a quantidade de imóveis a ser cadastrada. “Como imóveis a serem inscritos nos próximos dois anos temos um total de 5.175 milhões de propriedades, sendo 4.367 milhões da agricultura familiar”. Também como desafios ele citou a regularização de assentamentos da reforma agrária, imóveis localizados em Unidades de Conservação e comunidades tradicionais, contratação de linhas de recursos para infraestrutura e logística (capacitação, instalação de balcões de atendimento, mutirões e serviços de suporte) e apoio a redes de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) específicas para agricultores familiares, além do apoio de sindicatos, cooperativas e entidades representativas capacitadas.

SAIBA MAIS

O CAR é o registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais, com a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento. Os benefícios da adesão ao programa são, além da comprovação da regularidade ambiental, segurança jurídica, suspensão de sanções e acesso à crédito.

O Cadastro Ambiental Rural foi regulamentado pelo Decreto nº 7.830, de outubro de 2012, e faz parte das ações previstas na Nova Lei Florestal. O seu lançamento em âmbito nacional ocorrerá até o início de junho, e o prazo para cadastrar os imóveis rurais será de dois anos, a partir da data do seu lançamento oficial.

Fonte: MMA

Competição Europeia de Navegação por Satélites recebe propostas




Pela décima vez, a Competição Europeia de Navegação por Satélite (ESNC em inglês) está buscando serviços, produtos e negócios inovadores utilizando navegação por satélites na vida cotidiana.

Com o lema “dar o próximo passo com seu caso de negócio”, pesquisadores individuais e grupos de empresários, de pesquisa e universidades podem se beneficiar através da cooperação com parceiros regionais em todo mundo e outros membros, incluindo o Instituto Europeu de Patentes, um novo parceiro da competição em 2013.

A Competição Europeia de Navegação por Satélite (ESNC em inglês) mais uma vez está convidando empresários e pesquisadores a fornecer aplicações de negócios para o mercado crescente de navegação por satélite. O mercado atual para os serviços via satélite, como a mobilidade, a saúde ou a segurança, vem tendo um valor de mais de 100 bilhões de euros, e deverá subir para 240 bilhões para o ano de 2020. A ESNC financia todos os envolvidos na execução das aplicações e processos de negócios, através de uma extensa rede de parceiros que cobrem os aspectos técnicos, econômicos e legais.

“Um terço dos vencedores anteriores criaram empresas e implementaram cerca de 80% dos projetos apresentados. A competição tem demonstrado a sua capacidade de estimular a inovação e apoiar a criação de novas empresas no mercado de navegação por satélite”, afirmou Thorsten Rudolph, CEO da  Anwendungszentrum GmbH Oberpfaffenhofen (AZO), organizadora da competição.

“Nos últimos anos, a ESNC conseguiu valorizar a tecnologia de navegação por satélite, tanto na Baviera quanto no mundo. Com muito prazer, tenho tido o papel de patrocinar de novo, em 2013, a décima edição”, disse Martin Zeil, Ministro de Estado da Baviera. Este ano, os participantes podem escolher entre mais de 20 parceiros regionais de todo o mundo. Cada parceiro vai apresentar um prêmio para financiar o plano de negócios vencedor na sua região. Em 2013, o ESNC recebe Flandres/Bélgica, Japão, México, Holanda, Norte Rin-Westfalia/Alemanha e Noruega como novos parceiros regionais.

Além disso, os principais parceiros institucionais estão oferecendo prêmios especiais na competição deste ano: a Agência Espacial Europeia (ESA em inglês), o Centro Aeroespacial Alemão (DLR em inglês), a Agência de GNSS Europeu (GSA em inglês), além do Escritório Europeu de Patentes  (EPO) e a Metaio GmbH, pela primeira vez. Além disso, estudantes e pesquisadores associados podem apresentar suas idéias no University Challenge ESNC.

Ambos os prêmios, tanto regionais quanto os especiais, são destinados a ajudar os participantes a dar um passo adiante em seu negócio. Para o prêmio deste ano, a ESNC está estimando cerca de um milhão de euros, incluindo prêmios em dinheiro, incubação de empresas, preparação, assessoria de patentes, suporte de marketing, acesso a clientes e comunidades de usuários, além de publicidade.

Para este ano, a competição será repetida, a Comissão Europeia, juntamente com a GSA, estenderam seu apoio financeiro para os parceiros regionais europeus e patrocinadores da competição, que será transferido diretamente aos vencedores na forma de prêmios.
“Empreendedores Europeus, pequenas e médias empresas e a indústria irão se beneficiar da extensa rede da ESNC, para promover seus planos de negócios e lançar seus produtos, baseados em navegação por satélite neste mercado emergente”, afirmou Antonio Tajani, Vice-Presidente da Comissão Europeia.
As propostas para este ano da ESNC poderão ser enviadas até 30 de junho, através do site. O vencedor será reconhecido em uma cerimônia de premiação festiva, que será realizada em Munique, no dia 5 de novembro de 2013.

Fonte: MundoGeo

Porto da Vale carrega recorde de 400 mil t de minério


O Porto de Tubarão, operado pela mineradora Vale, realiza até quarta-feira o maior carregamento de minério de ferro de sua história


Vale: até o fim de 2013 a empresa estima estar operando 35 navios, entre próprios e contratados

São Paulo - O Porto de Tubarão, operado pela mineradora Vale, realiza até quarta-feira o maior carregamento de minério de ferro de sua história, informou a empresa nesta terça-feira.

Um navio gigante da companhia, o Vale Espírito Santo, da categoria Valemax, está em processo de carregamento total, com 400 mil toneladas de minério.

O recorde anterior do porto havia sido em 2002, quando o navio Berge Stahl foi carregado com 335.088 toneladas de minério de ferro.

O porto, nos arredores de Vitória (ES), passou recentemente por um processo de dragagem e adequação de píer.

A profundidade do canal de navegação do Porto de Tubarão passou de 22,5 metros para 25,3 metros, possibilitando o carregamento de navios com até 23 metros de calado, informou a companhia, em nota.

Desde janeiro de 2012, o Porto de Tubarão vinha carregando parcialmente os navios Valemax, "como parte do projeto da Vale de preparação do porto para receber os maiores mineraleiros do mundo".

Os Valemax são parte da estratégia da companhia para reduzir custos de logística. As principais concorrentes da Vale são mineradoras australianas, que têm um frete mais curto e mais barato para chegar à China, maior mercado comprador de minério de ferro.

A empresa brasileira tem estações de transferência de minério nas Filipinas, onde faz o transbordo para embarcações menores, que têm acesso mais fácil em portos da Ásia.

"Os navios Valemax já atracaram em dez portos em todo o mundo", disse a empresa, na nota.

Em abril, um navio Valemax entrou em um porto no leste da China, marcando a primeira vez em que isso aconteceu desde que Pequim proibiu as embarcações gigantes em janeiro de 2012.

Até o fim de 2013 a empresa estima estar operando 35 navios, entre próprios e contratados.

Fonte: Exame

Previsão do tempo para esta quarta- feira (22/05/13)


Nessa quarta  uma frente fria desloca-se pelo litoral do Sudeste proporcionando tempo instável e pancadas de chuvas em SP, parte do RJ e centro-sul  de MG. Nas outras áreas do Sudeste o sol ainda predomina. Áreas de instabilidade proporcionam pancadas de chuvas em praticamente toda a Região Norte do País e em boa parte do Nordeste, incluindo o litoral; essas duas regiões seguem com temperatura elevadas. No sul também segue tempo instável.




Minas Gerais terá uma quarta e quinta  com pancadas de chuvas no Sul, Zona da Mata e parte do Leste. Existe a possibilidade de chuvas também na faixa central. Nas outras áreas o sol predomina. A RMBH segue céu parcialmente nublado e possibilidade de chuva fraca e isolada em alguns bairros.  Temperaturas estáveis (máxima de 26°C e mínima de 16°C na RMBH).

Fonte: ClimAgora

terça-feira, 21 de maio de 2013

Ministério do Meio Ambiente pode ter apoio de sindicatos para cadastro ambiental


Brasília - A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, se reuniu na tarde de hoje (20) com representantes de trabalhadores rurais, que se dispuseram a auxiliar o ministério no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do ministério, Paulo Guilherme Cabral, também presente ao encontro, se mostrou otimista com a postura dos dirigentes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), que representaram os trabalhadores rurais e seus sindicatos.

“A Contag quer se envolver nessa etapa, que a lei estabeleceu, da obrigatoriedade do CAR. Isso foi muito bem acolhido pela ministra. Ela recepcionou a oferta e vai criar meios para capacitar os dirigentes da Contag para que os sindicatos de trabalhadores rurais possam também apoiar o produtor familiar na elaboração do seu cadastro ambiental”.

Antoninho Rovaris, secretário de Meio Ambiente da Contag, reiterou a oferta e avaliou positivamente a postura do governo federal. “A gente tem uma boa impressão da ministra, no sentido de buscar uma resolução, especialmente na questão do CAR. Ela se colocou à disposição, inclusive, de fazer a capacitação dos nossos dirigentes sindicais e buscar com que auxiliemos no processo”.

O CAR é obrigatório para todos os imóveis rurais. Por meio de um sistema disponível na internet, o proprietário desenha os limites de seu imóvel e preenche as informações, inclusive sobre Reserva Legal e Áreas de Preservação Permanente no local. De posse das informações, o governo pode integrá-las e usá-las para preservação ambiental e combate ao desmatamento.

Fonte: Agência Brasil

Petrobras prevê 4 milhões de barris por dia em 7 anos


"E, mais um pouquinho, serão cinco milhões de barris de petróleo por dia", afirmou Graça Foster

Presidente da Petrobras, Graça Foster: "Vamos precisar de mais navios para buscar petróleo em alto-mar. Nossa demanda é grande", afirmou

São Paulo - A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse nesta segunda-feira, 20, que, daqui a sete anos, a empresa vai produzir quatro milhões de barris de petróleo por dia.

 "E, mais um pouquinho, serão cinco milhões de barris de petróleo por dia", afirmou. Ela deu as declarações durante cerimônia de entrega do navio Zumbi dos Palmares à Petrobras Transporte S.A. (Transpetro), em Pernambuco.

O evento contou com a presidente Dilma Rousseff e com o governador do Estado, Eduardo Campos (PSB).

Graça disse que o estaleiro vai produzir seis sondas.

"Vamos precisar de mais navios para buscar petróleo em alto-mar. Nossa demanda é grande." Ela afirmou que a Petrobras trabalha no projeto de um Centro de Tecnologia da Construção Naval Offshore para a produtividade. "Vamos fazer mais bonito do que já estamos fazendo."

Fonte: Exame

INPE comemora 40 anos de recepção de imagens de satélite


Sala de operações da estação


Para comemorar os 40 anos de sua Estação de Recepção e Gravação, instalada em Cuiabá (MT), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) realiza solenidade no dia 23 de maio. Com a presença do diretor Leonel Perondi, o evento será às 9 horas no INPE de Cuiabá, que fica na Rua Hélio Ponce de Arruda s/n°, Bosque da Saúde.

As operações na Estação de Recepção e Gravação (ERG)  iniciaram no dia 23 de abril de 1973 com o primeiro rastreio do ERTS-1, satélite que originou a série Landsat.  A ERG de Cuiabá foi a terceira estação terrena instalada no mundo - a primeira foi nos Estados Unidos e a segunda, no Canadá. Sua instalação é parte importante não só da história do INPE e do Brasil, mas também dos países vizinhos e do próprio sensoriamento remoto por satélite.

Nessa estação é realizado o rastreio diário de satélites, o recebimento de seus dados e a posterior entrega das informações brutas ao Centro de Dados de Sensoriamento Remoto (CDSR), localizado no INPE de Cachoeira Paulista (SP), onde as imagens são geradas e distribuídas aos usuários. Atualmente, a estação de Cuiabá recebe dados dos satélites Landsat-7, Resourcesat-1, UK-DMC 2, Terra/Aqua e série NOAA.

A infraestrutura para o recebimento dos dados de satélites é fundamental para o sucesso de toda uma cadeia tecnológica que vai da construção de satélites a sistemas para o processamento e distribuição dos dados aos usuários, envolvendo pesquisa, inovação e geração de produtos e serviços.

O pioneirismo do INPE ao instalar essa estação permite hoje ao Brasil comemorar 40 anos do recebimento dos dados e imagens que garantem a manutenção e o desenvolvimento de estudos e atividades de reconhecimento internacional, como os programas do Instituto que monitoram o desmatamento na Amazônia e as queimadas em todo o país.

Trajetória

Em 1982, foi implantada em Cuiabá mais uma antena com dois canais, bandas S e X. No final da década de 80 a estação recebeu equipamentos para rastreio dos satélites Spot, Radarsat e Jers, já com tecnologia SMD.

A década de 90 foi marcada pela modernização da sala de operações e, entre os fatos marcantes da história da estação, o técnico de operações Luiz Carlos Nascimento destaca ainda a implantação da nova antena com três canais de banda X já preparada para receber a série de satélites sino-brasileiros CBERS, culminando com a recepção da primeira imagem do CBERS-1 (em 1999) em território nacional realizada pela ERG.

“Um momento importante na década de 2000 foi uma grande atualização que tornou a ERG totalmente automatizada e apta a rastrear qualquer satélite que opera em banda X”, conta Luiz Carlos, que recorda ainda alguns desafios enfrentados na história da estação. “O primeiro incidente de grave proporção foi uma descarga elétrica ocorrida no dia 21 de dezembro de 1977, quando 70% da estação foi danificada. O então diretor do INPE, Fernando de Mendonça, convocou uma força tarefa e em poucos dias a estação estava novamente operacional. Foi um orgulho para a equipe inpeana”.

A criação da ERG em Cuiabá está diretamente relacionada aos avanços conquistados na área de sensoriamento remoto. Governo, cientistas e empresas cada vez mais usam essa tecnologia em que o Brasil é um dos pioneiros no mundo, por meio da atuação do INPE. O lançamento do primeiro satélite para observação da Terra - o norte-americano ERTS-1, em 1972, cujos dados poucos meses depois eram recebidos em Cuiabá - proporcionou um salto nos estudos sobre meio ambiente e a dinâmica de ocupação e uso do solo.

A recepção e gravação das imagens de satélites permitiu ao INPE formar um dos acervos mais antigos do mundo, que possibilita o acompanhamento das mudanças ambientais, urbanas e hídricas ocorridas nas últimas décadas. Estão disponíveis imagens de 100% do território nacional e 80% da América do Sul (todo o Uruguai, Paraguai, Bolívia, Guianas, Suriname e parte do Chile, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela e Argentina).

Benefícios

Desde 2004, o INPE disponibiliza, via Internet e gratuitamente, o catálogo com imagens que ajudam na formulação de políticas públicas em áreas como monitoramento ambiental, desenvolvimento agrícola, planejamento urbano e gerenciamento hídrico.

A política de acesso livre às imagens, uma iniciativa pioneira do INPE, levou outros países a também disponibilizar gratuitamente dados orbitais de média resolução. As imagens são fornecidas para qualquer usuário do mundo. Os países da América do Sul que estão na abrangência das antenas de recepção do INPE em Cuiabá são os mais beneficiados por esta política.

O fornecimento gratuito de imagens de satélite contribuiu para a popularização do sensoriamento remoto e para o crescimento do mercado de geoinformação brasileiro. Monitorar desmatamentos, queimadas, a expansão das cidades, safras agrícolas, o nível de rios e reservatórios, entre outras aplicações, é mais fácil e barato quando é possível uma observação ampla e contínua da Terra, proporcionada por sensores remotos a bordo de satélites em órbita.

Mais de um milhão de imagens já foram distribuídas pelo INPE para cerca de 15 mil usuários, em mais de duas mil instituições públicas e privadas, comprovando os benefícios econômicos e sociais da oferta gratuita de dados. O download das imagens é feito a partir do endereço http://www.dgi.inpe.br/CDSR/

Fonte: INPE