quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Previsão do tempo para esta quarta-feira (29/01/14)

Nessa quarta uma massa de ar seco ganha força no Sudeste e deixa o tempo com predomínio total de sol em SP, RJ, MG e ES. O calor e a umidade podem provocar algumas pancadas de chuvas localizadas na tarde. Continua o tempo abafado, típico do verão. No Norte e Nordeste do Brasil o sol predomina e ocorrem pancadas localizadas devido ao calor. 



MG terá uma quarta e quinta de tempo ensolarado, variando a parcialmente nublado em todas as Regiões. Chove localizado em alguns pontos no centro-oeste mineiro. RMBH com tempo firme! (Em BH máxima de 30°C e mínima de 18°C).


Fonte: ClimAgora

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Previsão do tempo para esta segunda-feira (27/01/14)

Nessa segunda uma massa de ar seco ganha força no Sudeste e deixa o tempo com predomínio total de sol em SP, RJ, MG e ES. O calor e a umidade podem provocar alguns chuviscos localizados nas tardes. Continua o tempo abafado, típico do verão. No Norte e Nordeste do Brasil o sol predomina e ocorrem pancadas localizadas devido ao calor. 



MG terá uma segunda de tempo ensolarado, variando a parcialmente nublado em todas as Regiões. Chove localizado e fraco em alguns pontos no centro-oeste mineiro. RMBH com tempo firme! (Em BH máxima de 30°C e mínima de 18°C).

Fonte: ClimAgora

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Previsão do tempo para esta sexta-feira (24/01/14)

Nessa sexta e no final de semana as áreas de instabilidade que ainda atuam em grande parte do Sudeste perdem força e o sol volta a predominar, mas o calor e a umidade disponíveis podem proporcionar pancadas de chuvas localizadas durante a tarde nos Estados de MG, ES, SP e RJ. Continua o tempo abafado, típico do verão. No Norte e Nordeste do Brasil o sol predomina e ocorrem pancadas localizadas devido ao calor. 



MG terá uma sexta e final de semana com presença de sol e apenas chuvas localizadas típicas do verão. RMBH com final de semana de tempo firme! (Em BH máxima de 31°C e mínima de 18°C).


Fonte: ClimAgora

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Em parceria com o Ipef a Imaflora lançam um guia técnico sobre o código florestal

O principal objetivo do é colaborar para um melhor entendimento sobre a lei por parte dos produtores, bem como para sua efetiva implementação no campo

O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola – IMAFLORA e o Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF) somaram esforços para elaborar um Guia técnico sobre o Código Florestal, que explicasse, de forma clara, a complexidade da nova Lei, e sua aplicação para as propriedades rurais de qualquer tamanho, e localizadas em todas as regiões e biomas do Brasil.

O principal objetivo do “Guia para a aplicação da nova lei florestal em propriedades rurais” é colaborar para um melhor entendimento sobre a lei por parte dos produtores, bem como para sua efetiva implementação no campo.

Elaborado por Maria José Zakia, assessora do IPEF, e por Luis Fernando Guedes Pinto, engenheiro agrônomo do IMAFLORA, a publicação traz definições para aplicação da Lei, capítulos específicos sobre áreas de preservação permanente, reserva legal, regularização de imóveis rurais, cadastro ambiental rural e sobre a novidade do Código, os instrumentos econômicos para auxiliar a conservação em terras privadas, além de casos práticos.

O trabalho é rico em recursos gráficos, como ilustrações, diagramas e fotografias que ajudam a explicar cada tema abordado. Traz ainda “caixas” com explicações adicionais de conceitos tratados naquele capítulo, além da indicação de links para aprofundamento das informações técnicas, leis complementares, informações sobre agências ambientais, e casos práticos e reais da implantação da Lei em fazendas.

Os autores do Guia lembram, na apresentação do trabalho, que “o Brasil tem a agropecuária como um dos pilares de sua economia, constituindo-se um grande produtor e exportador de alimentos, de fibras e de bicombustíveis. Também se configura como um dos países com a maior cobertura florestal do planeta.,além de um dos maiores detentores de biodiversidade, provendo serviços ambientais, e dos maiores possuidores de reservas de água doce superficial e subterrânea do mundo” e lembra que 68% das florestas brasileiras estão em áreas particulares, fora da proteção pública. Daí a motivação para realizá-lo.


Fonte: Painel Florestal

Gestores públicos são capacitados para a fase de implantação do CAR

Trovão: Cadastro comprovaregularidade ambiental do imóvel
Treinamento começa por Brasília e inclui representantes de entidades de classe

A implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) continua em todo o território nacional. Em continuidade ao processo que ocorre em diversos estados, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) deu início, nesta terça-feira (21/01), à capacitação de gestores públicos e representantes de entidades de classe do Distrito Federal. O Treinamento CAR Offline ocorrerá até quarta-feira (22/01), em Brasília, com o objetivo de preparar o público para usar o sistema destinado à legalização dos terrenos nos moldes da nova Lei Florestal.

O CAR é importante instrumento para os proprietários de imóveis rurais. Previsto na Lei 12.651/2012, que instituiu o novo Código Florestal, o registro ambiental das terras compete preferencialmente aos Estados. O conjunto dos entes federativos, no entanto, é responsável por elaborar um sistema integrado que ajude a todos na gestão ambiental rural do país. Pela legislação, o cadastro é pré-condição para o ingresso nos processos de regularização ambiental e dele dependerá, no futuro, o acesso ao crédito rural.

SEGURANÇA

Apesar do caráter declaratório, o CAR é essencial para que donos de terrenos rurais possam dar seguimento aos trabalhos desenvolvidos em suas terras. “O cadastro é a forma de comprovar a regularidade ambiental do imóvel”, explicou Bernardo Trovão, analista do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e um dos responsáveis pelo treinamento no DF. “É uma questão que garante a segurança jurídica e faz com que os produtores possam ter acesso a programas de financiamento e de regularização ambiental”.

Os representantes de órgãos distritais de meio ambiente e outras áreas participaram da capacitação. De acordo com Bernardo, o CAR garantirá, entre outras coisas, a preservação da Amazônia Legal e dos demais ecossistemas brasileiros, além de permitir melhorias no modelo de gestão ambiental nas esferas federal, estadual e municipal. “É um mecanismo para distinguir o desmatamento ilegal, apoiar o licenciamento e auxiliar o planejamento de políticas públicas”, acrescentou.

SAIBA MAIS

O CAR registra as características ambientais do imóvel rural. Todos, mesmo os posseiros (que não têm titularidade da terra), são obrigados a fazer o cadastro, que será analisado e aprovado pelo órgão de meio ambiente de cada estado. A ferramenta abrigará dados dos 5,2 milhões de imóveis rurais existentes no país.

O sistema possui imagens georreferenciadas das terras captadas por satélites. O objetivo é cadastrar e controlar as informações dos terrenos, o perímetro e a localização, os remanescentes de vegetação nativa, as áreas de interesse social, de utilidade pública, de preservação permanente, uso restrito, consolidadas e de reservas legais.

O CAR não é documento de comprovação fundiária, é um documento declaratório sobre a situação ambiental de uma área cuja responsabilidade de manutenção é daquele que declarou. Portanto, não gera direitos sobre a forma de uso do solo.


Fonte: MMA

Previsão do tempo para esta quinta-feira (23/01/14)

Nessa quinta as áreas de instabilidade que ainda atuam em grande parte do Sudeste começam a perder força, mas o calor e a umidade disponíveis proporcionam aumento de nebulosidade e pancadas de chuvas localizadas durante a tarde nos Estados de MG, ES, SP e RJ. Continua o tempo abafado, típico do verão. No Norte e Nordeste do Brasil o sol predomina e ocorrem pancadas localizadas devido ao calor. 



MG terá uma quinta com presença de sol, aumento de nuvens na tarde e noite e pancadas de chuvas em praticamente todas as Regiões, incluindo a RMBH. (Em BH máxima de 30°C e mínima de 18°C).


Fonte: ClimaAgora

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Crescimento do mundo pode ser o maior desde 2011

Passada a crise, as empresas recuperam seu "espírito animal" e devem protagonizar aumento de aquisições e de gastos de capital neste ano

Londres e Washington - As empresas ao redor do mundo estão começando a compartilhar da exuberância que inspirou os investidores no ano passado.

Enquanto executivos se reúnem em Davos, Suíça, nesta semana, para o encontro anual do Fórum Econômico Mundial, a confiança nos negócios está crescendo, com um indicador compilado semanalmente pela Moody’s Analytics Inc. em seu nível mais alto desde que a consulta começou a ser feita, em 2003.

As fusões e aquisições estão aumentando, com US$ 130 bilhões em ofertas de compras já anunciadas neste ano. E empresas como a Microsoft Corp. e a Volkswagen AG estão preparando planos para aumentar o gasto de capital depois que as companhias, de um modo geral, guardaram um montante recorde de dinheiro para se protegerem de uma nova crise financeira.

“O espírito animal está retornando”, disse Mark Zandi, economista-chefe da Moody’s, com sede em Nova York. “Este será um ano bom” para gastos de capital e contratação.

Por trás da recuperação projetada estão uma confiança maior na continuidade da expansão após um crescimento mais rápido nos EUA e no mundo no final do ano passado, a necessidade de substituir equipamentos antigos e desatualizados e uma redução do que Zandi chama de “medos existenciais”, que incluem preocupações a respeito de uma separação da zona do euro.

O retorno é fundamental para a economia global e os mercados financeiros. Estrategistas da Goldman Sachs Group Inc. e da Credit Suisse Group AG estão prevendo o crescimento global mais rápido desde 2011 e ganhos continuados das ações, baseados parcialmente no otimismo que se espalhou dos investidores até as empresas.

“É preciso dizer que os valores estão maiores do que estavam um ano atrás”, disse o ex-secretário do Tesouro dos EUA, Lawrence Summers, à Bloomberg Television, em 6 de janeiro. Frequentador de Davos, ele alerta que as grandes economias estão ameaçadas pela “estagnação secular” que nem mesmo taxas de juros de zero por cento podem resolver.

Sensação de medo

Desde o colapso da Lehman Brothers Holdings Inc. em setembro de 2008, o encontro anual de executivos e estrategistas de governo em Davos tem sido frequentemente dominado por uma sensação de medo a respeito da estabilidade do sistema financeiro mundial. Uma recessão global e dúvidas a respeito da sobrevivência do euro apenas aumentaram a tensão.

Embora o fórum do ano passado tenha sido mais calmo, ainda assim houve preocupação a respeito da crise econômica na Europa, um possível pouso forçado da economia chinesa, questionamentos a respeito dos planos japoneses de estímulo e as disputas do presidente Barack Obama e congressistas republicanos a respeito do aumento do limite da dívida federal.

“A novidade é que agora estamos em um clima de menos crise”, disse Ernesto Zedillo, ex-presidente do México e agora professor da Universidade de Yale em New Haven, Connecticut, que participará do fórum. “As pessoas tinham muito medo há um ano. Agora parecemos estar em melhor forma, mas com fragilidades significativas”.

O otimismo crescente se reflete no mercado de fusões. A Charter Communications Inc. disse na semana passada que deseja comprar a Time Warner Cable Inc. por US$ 61,3 bilhões. A Suntory Holdings Ltd. anunciou que comprará a fabricante de bebidas Beam Inc. por US$ 16 bilhões. Ambos os negócios incluem as dívidas.

Embora empresas como a Nomura Holdings Inc. e a Daiwa Securities Group Inc. digam que aumentarão os salários de alguns trabalhadores, pesquisas da Bloomberg News mostram que os preços ao consumidor no Japão ainda subirão cinco vezes mais rapidamente que os aumentos salariais no ano que começa em abril.

Se as corporações de todo o mundo aumentarem os gastos, isso ampliará a capacidade da economia global de se expandir no longo prazo, talvez reduzindo a preocupação de Summers e outros de que os países industrializados estão presos em uma armadilha de crescimento lento.

Em um sinal de que esse pessimismo pode ser um equívoco, o CEO da Emerson Electric Co., David Farr, disse que vai ao ataque neste ano para aumentar as vendas após frear os gastos. A Emerson, fabricante de compressores e equipamentos de automação com sede em St. Louis, estima que seu investimento fixo global subirá até 4 por cento após crescer 1 por cento em 2013.

Após dois anos e meio “mantendo as coisas realmente apertadas” é hora de articular e aumentar nossos investimentos”, disse Farr, em uma teleconferência com analistas, em novembro. “Nós acreditamos que o vento está começando a soprar a favor”.


Fonte: Exame