quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Previsão do tempo para esta quarta-feira (22/01/14)

Nessa quarta, áreas de instabilidade ainda atuam em grande parte do Sudeste, proporcionando aumento de nebulosidade em MG e ES. Nessas áreas são esperadas pancadas de chuvas mais significativas. No RJ e SP chove localizado. Continua o tempo abafado, típico do verão. No Norte e Nordeste do Brasil o sol predomina e ocorrem pancadas localizadas devido ao calor. 



MG terá uma quarta com tempo instável na maior parte do Estado, principalmente no setor centro-norte, onde chove mais forte. Previsão de pancadas de chuvas na RMBH nos próximos dois dias. (Em BH máxima de 29°C e mínima de 18°C).


Fonte: ClimAgora

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Legislação do setor de Geomática necessita de mudanças, aponta pesquisa

Falta de legislação clara e incentivos do governo, mapeamentos sobrepostos e consequente desperdício de recursos, competição predatória entre empresas. Este são apenas alguns problemas enfrentados pelo mercado de geomática e soluções geoespaciais no Brasil.

Confira abaixo a primeira das questões “fundamentais e estruturantes” que vêm emperrando o pleno desenvolvimento do mercado e afetando uma comunidade formada por centenas de empresas, instituições públicas, universidades e milhares de profissionais que atuam direta ou indiretamente neste mercado.

Desafios da Geomática no Brasil Legislação Legislação do setor de Geomática necessita de mudanças, aponta pesquisaAssim como em muitas outras áreas no Brasil, o setor sofre devido à legislação antiquada, complexa demais ou inexistente. As pesquisas junto à comunidade apontaram como unanimidade os três pontos abaixo:

• Rever carga tributária de produtos importados sem similar nacional
• Agilizar a legislação do uso de VANTs e Drones para mapeamento
• Modernizar a legislação de serviços de mapeamento do Ministério da Defesa

O primeiro ponto deste tema é a necessidade de uma revisão imediata na carga tributária que onera os equipamentos topográficos, geodésicos e fotogramétricos. Tais valores dificultam às empresas e profissionais se atualizarem e, com isso, obterem maior produtividade, qualidade e oferecerem serviços mais baratos para os usuários.

Considerando os dados obtidos por VANTs e Drones para mapeamento, está sendo muito aguardada a finalização da legalização dos levantamentos para fins comerciais. Com certeza esta plataforma veio para se somar às imagens de satélite e aerofotogrametria clássica. Mas as notícias são boas, já que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prometeu até 2014 liberar esta regulamentação.

Por fim, nos parece fundamental uma urgente modernização na legislação de serviços de mapeamento do Ministério da Defesa (MD). As empresas do setor têm se deparado com a demora das licenças para a execução dos aerolevantamentos. Outra preocupação é a tentativa do MD de também controlar e catalogar as informações obtidas as milhares por imagens de satélites e, no futuro, de VANTs no Brasil. Nos tempos atuais, parece impossível implementar estas ações. O MD não tem estrutura para fazer isso. As prioridades poderiam ser outras. Além disso outro ponto importante seria rever os critérios para as empresas se cadastrarem no MD, visando se habilitar para realizar trabalhos.
A palavra-chave, nesta questão, é atualização da legislação à luz das demandas por agilidade e tipos de produtos diferentes – cada vez maiores da sociedade – associada a uma rapidez muito grande das novas tecnologias de coleta de dados da Terra. Dados geográficos, hoje, são menos de segurança nacional e mais de suporte ao crescimento do Brasil.


Fonte: MundoGeo

Como o crescimento da China ajudou o Brasil em 2013

China é destino de 20% das exportações brasileiras; comércio com o país ajudou a evitar que a balança comercial brasileira ficasse no negativo em 2013

São Paulo - O crescimento de 7,7% da China em 2013, divulgado nesta manhã, veio acima da meta do governo, mas é o mais baixo desde 1999.

De uma forma ou de outra, o Brasil não tem do que reclamar da relação com seu principal parceiro comercial, que consome 20% das suas exportações (em 2003, eram meros 5%).

A balança comercial brasileira com os chineses teve superávit de US$ 8,7 bilhões no ano passado - acima de 2012 e o segundo melhor número da história, atrás apenas de 2011.

E isso em um ano fraco para o comércio exterior brasileiro, no qual o valor total das exportações caiu 0,16% e a balança comercial teve meros US$ 2,5 bilhões de superávit, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

Exportações

O resultado foi puxado por um aumento de 11% nas exportações brasileiras para a China, que atingiram US$ 46,026 bilhões.

A pauta de produtos, no entanto, mudou bastante. A queda de 34% na exportação de manufaturados foi compensada por um aumento de 16,8% nos semimanufaturados.

Enquanto a exportação de soja subiu 44%, por exemplo, a de minérios de ferro aglomerados caiu 27%.

As importações cresceram também em 2013, mas a uma taxa levemente menor: 8,9%. Com isso, atingiram US$ 37,3 bilhões.

A pauta de produtos que a China envia ao Brasil também está mudando. Em algumas categorias como automóveis e microprocessadores, o valor mais que dobrou em 2013.

Histórico

A ascensão da China foi o principal motor do crescimento da economia mundial nas últimas duas décadas e gerou fenômenos como o aumento no preço das commodities e uma queda histórica da taxa de pobreza mundial.

Em 2013, a China ultrapassou os EUA e se tornou líder do comércio mundial. A previsão é de que o país se torne a maior economia mundial em algum momento na próxima década.


Fonte: Exame

Previsão do tempo para esta terça-feira (21/01/14)

Nessa terça, áreas de instabilidade ainda atuam em grande parte do Sudeste, proporcionando aumento de nebulosidade em MG e ES. Nessas áreas são esperadas pancadas de chuvas mais significativas. No RJ e SP chove localizado. Continua o tempo abafado, típico do verão. No Norte e Nordeste do Brasil o sol predomina e ocorrem pancadas localizadas devido ao calor. 



MG terá uma terça e quarta com tempo instável na maior parte do Estado, principalmente no setor centro-norte, onde chove mais forte. Previsão de pancadas de chuvas na RMBH nos próximos dias. (Em BH máxima de 28°C e mínima de 18°C).


Fonte: ClimAgora

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Brasil está entre os países que mais utilizam drones

Veículos aéreos não tripulados são usados em missões de vigilância terrestre e marítima de fronteiras, além de varreduras antibomba e perícias de obras de engenharia civil

Desde a o mês passado, um cenário futurista começa a se materializar nos Estados Unidos. A loja virtual Amazon anunciou que vai iniciar testes para entrega de produtos leves utilizando Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs ou Drones). Esta é apenas mais uma função para a tecnologia, famigerada por sua aplicação militar, especialmente para bombardeios norte-americanos em áreas tribais do Paquistão. Os drones, militares ou civis, já estão presentes em mais de 75 países, segundo um relatório de 2012 do Congresso dos EUA. Em 2005, apenas 40 países detinham esse tipo de equipamento.

O Brasil está entre os Estados que utilizam drones, sem armamentos, para missões militares e fins civis. O País deve, inclusive, começar a desenvolver suas próprias aeronaves em 2014. Recentemente, a Embraer anunciou um acordo com a empresa israelense Elbit Systems para produzir drones no Brasil. A parceria será feita por meio da empresa de defesa Avibras, que integra a Harpia Sistemas, criada pela Embraer em 2011 em conjunto com uma subsidiária da Elbit, a AEL Sistemas.

A parceria pode ser representativa para o Brasil, pois Israel é um dos líderes no desenvolvimento de tecnologias para drones. “Israel e EUA são os países com grandes vantagens comparativas em tecnologia neste setor. Israel tem vários casos de sucesso ao colocar drones no mercado público. O país tem vendido drones para várias nações e arrebatado, na prática, mais mercado de vendas externas que os EUA”, explica Michael J. Boyle, professor-assistente de Ciências Políticas da Universidade de La Salle (EUA) e analista de política externa norte-americana.

Para Boyle, o Brasil também teria a oportunidade de entrar no mercado global de drones. “Israel tem trabalhado com diversas companhias locais em uma estratégia para vender tecnologia a autoridades locais. Essa tecnologia também é construída no país que a está comprando”, afirma.

Outro aspecto positivo da parceria ainda deve ser analisado: o impacto comercial para o setor. “Ainda que o Brasil possa se beneficiar em termos de defesa nesta aliança, a parceria é uma vitória maior para o desenvolvimento comercial. Ela vai criar empregos e novos empreendimentos”, destaca Mary Cummings, professora do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e da Universidade de Duke, ambas nos EUA, além de ex-piloto militar dos EUA.

O Brasil tem ao menos dois drones israelenses desde 2011. Naquele ano, o País firmou um acordo de cerca de 350 milhões de dólares com Israel para produzir aviões não tripulados em solo brasileiro com transferência de tecnologia. Um dos contratos foi com a estatal IAI e o outro com a Elbit. O objetivo é exportar, mas a venda da tecnologia para países como Venezuela e Bolívia está vetada por Israel.

Segundo o Ministério da Defesa, as Forças Armadas usam drones em missões de reconhecimento, aquisição de alvos, apoio a direção de tiro, avaliação de danos e vigilância terrestre e marítima de fronteiras, especialmente na Amazônia. Eles também são utilizados em grandes eventos, como a Copa das Confederações, quando ajudaram a fazer a segurança durante a competição esportiva. O mesmo deve acontecer na Copa do Mundo e nas Olimpíadas de 2016. Na área civil, os drones foram usados como apoio em casos de desastres naturais, como incêndios florestais e enchentes.

A Marinha brasileira utiliza pequenos aviões não tripulados desde os anos 90 para treinamento de tiro a partir de navio. Os fuzileiros navais também usam os aparelhos em missões de observação desde 2006, além de um Vant nacional. Já a Polícia Federal utiliza os drones na elucidação de crimes, em varreduras antibomba, e em perícias de obras de engenharia civil, como terraplanagem e meio ambiente. Em edição de novembro de 2013, a revista Perícia Criminal destacou que, dentre os modelos em uso pelo Brasil, estão o Multirrotor (com pouso e aterrissagem automáticos, para aplicações periciais como mineração de pequeno e médio porte, acidentes de trânsito e local de crime); o Asa Fixa (com menor custo de investimento, maior autonomia e utilizado para casos de incêndio florestal, desmatamento e construção de estradas). Além disso, citam modelos em teste ainda como o Air Drone 2 (que custa cerca de 300 dólares) e o Protótipo KJ-2 (com câmeras acopláveis por cerca de 500 dólares).

As primeiras iniciativas empresariais para desenvolvimento de drones no Brasil são recentes, dos anos 2000. A partir dali, cerca de uma dezena de iniciativas públicas e privadas ocorreram no setor. Mas a fabricação de Vants ainda é incipiente. “Diversas empresas estão atingindo elevado grau de capacitação tecnológica na área, mas poucas unidades de série foram comercializadas”, aponta Geraldo Branco, gerente da Divisão de Tecnologias Sensíveis do Ministério da Defesa.

A empreitada da Harpia no setor deve contar com a produção do modelo Falcão, um drone desenvolvido pela Avibras para as Forças Armadas. O avião será usado em missões de reconhecimento e de vigilância terrestre e marítima. O Falcão tem cerca de 800 quilos e autonomia de 16 horas de voo, além de capacidade de carregar cerca de 150 quilos de equipamentos. Ele será o primeiro drone para uso militar brasileiro e sua unidade inicial deve começar a ser testada em 2014. “O maior obstáculo para a expansão na utilização de Vants no Brasil é um problema comum a todos os países: a falta de regulamentação específica que permita a operação segura dessas aeronaves sobre áreas povoadas”, diz Branco.

Drones se espalham pelo mundo

Apesar dos problemas de regulamentação, os drones têm ganhado espaço civil e militar em diversos países na última década. A tecnologia tem amadurecido, mas o maior atrativo ainda são as vantagens econômicas. “Há uma crença de que os drones são mais baratos [que outros tipos de aeronaves]”, destaca M. Shane Riza, autor do livro Killing Without Heart: Limits on Robotic Warfare in an Age of Persistent Conflict (Matando sem Coração: Limites da Guerra Robótica em uma Era de Persistente Conflito, em tradução livre), e ex-comandante militar nos EUA.
A revista Perícia Criminal ressaltou que uma operação com um Vant pode custar menos que uma hora de voo de um aeronave tripulada. Os custos mais baixos para diversas operações militares são um atrativo, mas Boyle destaca outro fator para o sucesso dos drones. “Caso haja a necessidade de enviá-los a uma missão que acabe os destruindo, não haverá nenhuma perda humana.” Segundo o professor, as pessoas também estão descobrindo que os drones podem ser usados para uma grande variedade de atividades, como proteção ambiental e operações humanitárias.

Ainda que o uso militar seja criticado em alguns casos, Cummings acredita que o aumento do número de países com drones não deve se tornar “uma força desestabilizadora” do sistema internacional. “Ainda é muito difícil opera-los em uma capacidade de lançamento de armas. E essas capacidades vão permanecer com aqueles países com forças aéreas estabelecidas.”
Para Riza, contudo, os impactos dessa expansão ainda são difíceis de analisar. “O que isso vai implicar para a segurança internacional ainda é incerto. Não creio que alguém já possa responder essa questão, mas não a consideramos em todas as proporções que deveríamos.”


Fonte: Carta Capital citado por MundoGeo

Vale lidera exportação no Brasil em 2013; Petrobras perde espaço

Vendas da mineradora para o exterior somaram US$ 26,5 bilhões.
Exportações da Petrobras caíram 37% de 2012 para 2013.


A mineradora Vale manteve a liderança nas exportações brasileiras de empresas em 2013, enquanto a Petrobras perdeu participação nos embarques totais do período, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta sexta-feira (17).

As exportações da Vale em 2013 somaram US$ 26,5 bilhões, contra US$ 25,57 bilhões em 2012 (alta de 3,6%), mantendo a participação da empresa nas vendas externas totais do país perto de 11%, segundo o levantamento da Secex. As exportações totais do Brasil somaram US$ 242,18 bilhões no ano passado.

A Petrobras, segunda no ranking das exportadoras, viu a receita com os embarques cair para US$ 13,85 bilhões, 37,4% abaixo do total de 2012, num momento em que a produção de petróleo da empresa está praticamente estagnada. Além disso, a estatal tem exportado menos com o objetivo de atender ao mercado interno de combustíveis crescente.

Dessa forma, a participação da Petrobras nas exportações totais do Brasil recuou para 5,72%, contra 9,11% apurados em 2012.

A multinacional Bunge, com sede nos Estados Unidos, importante trading e processadora de grãos, encerrou o ano como terceira maior exportadora. Os embarques da companhia somaram US$ 7,24 bilhões, incremento de 14,6% ante 2012, em meio a uma safra recorde no país no ano passado.

As vendas da Bunge corresponderam a 2,99% do total comercializado pelo Brasil em 2013. No ano anterior, esta fatia da multinacional estava em 2,61%.

A BRF, maior produtora e exportadora de carne de frango do país, ficou em quarto lugar no ranking das exportações, com vendas que somaram US$ 5,1 bilhões, quase o dobro do valor apurado em 2012. No total das exportações brasileiras, a BRF elevou sua participação para 2,11% no ano passado, ante 1,07% registrado ao final de 2012.


Fonte: G1

Previsão do tempo para esta segunda-feira (20/01/14)

Nessa segunda, uma frente fria ainda atua em grande parte do Sudeste, proporcionando muitas nuvens e instabilidade de tempo em MG e ES. Nessas áreas são esperadas pancadas de chuvas mais significativas. No RJ e SP chove localizado. Continua o tempo abafado, típico do verão. No Norte e Nordeste do Brasil o sol predomina e ocorrem pancadas localizadas devido ao calor. 



MG terá uma segunda com tempo instável na maior parte do Estado, principalmente no setor centro-norte, onde chove na forma de pancadas. (Em BH máxima de 28°C e mínima de 18°C).


Fonte: ClimAgora