segunda-feira, 25 de março de 2013

PREVISÃO DO TEMPO

Nessa segunda e terça ainda atuam em grande parte do Sudeste muitas áreas de instabilidade. São esperadas pancadas de chuvas em SP, RJ, MG e ES. Alerta para as áreas serranas no RJ. No Norte do Brasil o calor e a umidade provocam fortes pancadas de chuvas. No Sul do Brasil o tempo começa a melhorar e chove fraco no litoral. Na maior parte do Nordeste o tempo fica firme, faz calor o ocorrer apenas pancadas localizadas no litoral.   

MG terá uma segunda e terça com tempo instável e pancadas de chuvas localizadas em praticamente todo o Estado. Pela manhã o tempo fica firme, mas no decorrer do dia a nebulosidade aumenta, proporcionando chuvas.  Na RMBH também segue tempo instável e pancadas de chuvas fracas a moderadas. Temperaturas estáveis: máx. de 28°C e mín. de 19°C na RMBH.  





sexta-feira, 22 de março de 2013

Satélite revela imagem mais precisa já feita do Big Bang




         Imagem oval mostra os primórdios da existência. Foto:ESA/LFI & HFI Consortia/AFP

O satélite europeu Planck, lançado em 2009 para realizar a busca da primeira luz emitida depois do Big Bang, revelou nesta quinta-feira a imagem mais precisa já feita dos primeiros momentos de vida do Universo.

"Ousamos olhar o Big Bang de muito perto, o que permite uma compreensão da formação do Universo vinte vezes melhor do que antes", comemorou o diretor-geral da Agência Espacial Europeia (AEE), Jean-Jacques Dordain, ao apresentar os primeiros resultados do Planck, em coletiva de imprensa em Paris.

Salvo algumas anomalias que farão com que os cientistas teóricos tenham trabalho por semanas, os dados do Planck corroboram de maneira espetacular a hipótese de um modelo de universo relativamente simples, plano e em expansão, afirmou a AEE.

As imagens permitiram igualmente aos cientistas um maior conhecimento da chamada "receita cósmica", os diferentes componentes da formação do universo.

"É verdade que a imagem se assemelha um pouco a uma bola de rúgbi deformada ou a uma obra de arte moderna, mas posso assegurar que alguns cientistas teriam trocado seus filhos por esta imagem", brincou George Efstathiou, astrofísico da Universidade britânica de Cambridge, ao comentar os resultados obtidos pela missão de Planck na sede da AEE.

"Trata-se de uma imagem do universo tal como ele era 380.000 anos depois do Big Bang", explicou. Nesse momento, a temperatura local estava em torno dos 3.000°C, acrescentou.

Antes desse momento, o universo tinha uma temperatura tao alta que nenhuma luz podia sair dele. O Planck captou, pois, na integridade do céu, o traço fóssil dos primeiros fótons (partículas elementares da luz) que surgiram do Cosmos e que viajaram durante mais de 13 bilhões de anos para chegar até nós.

Essa irradiação fóssil é agora muito fria, com 3°C a mais do "zero absoluto" (-273°C). É invisível, mas pode ser detectada na gama das ondas de rádio.

A radiação de fundo cosmológica (CMB) apresenta ínfimas flutuações de temperatura que correspondem a regiões de densidade levemente diferente e portam em si o germe de todas as estrelas e das galáxias que nós conhecemos.

Para poder medir essas ínfimas flutuações, com uma precisão de cerca de um milionésimo, e eliminar todas os sinais parasitários emitidos pela Via Láctea e outras galáxias, o instrumento de alta frequência HFI do satélite Planck deve ser esfriado até um décimo de grau acima do zero absoluto.

Essa proeza tecnológica, feita na ausência de gravidade e no vácuo, "não tem equivalente e nenhum artefacto espacial poderá ultrapassá-la por muito tempo", concluiu Jean-Jacques Dordain.

Fonte: Diário de Pernambuco

Estados recebem imagens de satélite para fazer Cadastro Ambiental Rural

Brasília – Os órgãos ambientais estaduais e do Distrito Federal receberam hoje (20) todas as imagens de satélite contratadas pelo governo federal que serão usadas para formular o Cadastro Ambiental Rural (CAR). As imagens trazem detalhes dos mais de 5 mil imóveis rurais distribuídos em território nacional e de áreas de preservação permanente, reservas legais e nascentes de rio.  


Com o material, os governos dos estados e do DF vão conseguir identificar e quantificar as áreas de desmatamento da vegetação nativa para aplicar o Programa de Monitoramento do Desmatamento dos Biomas Brasileiros por Satélite e identificar as diferentes espécies vegetais presentes em cada território.


“Entregamos a base cartográfica atualizada e os estados têm agora as condições para entender o que ocorre nos territórios de cada estado e mergulharem no trabalho de cadastrar [os imóveis rurais]. Estamos finalizando a fase de testes porque é importante ver se está dando erros”, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.


As imagens que serão usadas para desenhar esse mapeamento também vão servir para a elaboração do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar) – ferramenta que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai disponibilizar para os estados e que vai reunir as informações dos cadastros ambientais rurais de todo o país.


Izabella Teixeira evitou definir prazos para a entrega final dos trabalhos, mas garantiu que a conclusão das duas ferramentas que vão permitir uma visão detalhada sobre, por exemplo, possíveis irregularidades de propriedades rurais do país, estão em fase final.  “Temos que consolidar os testes de módulos de análise e a partir daí evoluímos para a regulamentação. Prefiro gastar um pouco de tempo, ajustando para atender a todo mundo, do que colocar um sistema que algum estado tenha dificuldade de aplicar. Todos os estados têm que se ver no sistema”, disse.


Com exceção da Bahia, todas as unidades da federação assinaram parceria com o governo federal para construção do cadastro. “Só falta a Bahia, que está com problema jurídico, mas absolutamente burocrático”, minimizou a ministra. A concessão das imagens pelo governo federal é um dos itens previstos nos acordos que também incluem o apoio técnico para regularização de imóveis rurais e apoio institucional do governo federal.


O CAR se tornou obrigatório com o novo Código Florestal, aprovado no final do ano passado. As imagens dos imóveis rurais do país distribuídos em mais de 8 milhões de quilômetros quadrados do território nacional, com uma aproximação de 5 metros de resolução, custou R$ 28,9 milhões do orçamento do ministério.


O banco de imagens detalhadas que também foi entregue para outros órgãos dos governos, e poderão ser usadas para demais finalidades, como gerenciamento da distribuição e situação das comunidades mais pobres ou ainda para outros dados sócio-econômicos, usados nas pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), por exemplo.


Cenário MT

Dia Mundia da Água é data para humanidade rever relação com recursos hídricos

No Dia Mundial da Água, a constatação de que o bem natural necessário à vida está indo pelo ralo. A Agência Nacional de Águas (ANA) estima que 40% dos recursos hídricos captados no país são desperdiçados num contexto em que o uso cresceu, em média, de 384 litros diários por habitante para 540 litros, de 2007 para cá. Em contraste a esse cenário de perda e excesso, bons exemplos de cidadãos mostram ser possível trilhar o caminho da preservação. Em Belo Horizonte, Itamar de Paula, de 55 anos, defende a nascente que brota em seu quintal como um soldado valente. Alunos da Escola Municipal Hélio Pellegrino, na Região Norte da capital, conseguiram revitalizar o Córrego Nossa Senhora da Piedade. Em Nova Lima, na região metropolitana, moradores se uniram para defender a Estação Ecológica de Fechos e desenvolver iniciativas sustentáveis, como o banheiro seco, que não usa água.

“Os brasileiros têm a falsa impressão de que a água é um recurso infinito e com ampla disponibilidade. É a cultura do desperdício”, ressalta o consultor em recursos hídricos e biólogo Rafael Resck. Apesar de ser composto por dois terços de água, apenas 1% delas são próprias para o consumo humano, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU). E, embora muitos brasileiros não vivenciem essa realidade, a estimativa da ONU é de que 1 bilhão de pessoas não têm abastecimento de água suficiente – que forneça 20 litros por pessoa a cada dia, a uma distância menor que 1 mil metros.
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A quantidade considerada suficiente pela organização mundial contrasta com os 540 litros gastos por dia, em média, pelos brasileiros – esse cálculo leva em conta também o consumo da indústria e agropecuária. O número representa crescimento de 40% em relação a 2007. “Esse aumento se deve tanto a questão da irrigação quanto ao aperfeiçoamento das informações sobre o uso da água”, explica o coordenador da ANA, Antônio Félix Domingues. 

Além da agropecuária, um dos desafios são as redes de abastecimento. A estimativa da Copasa, maior concessionária de água e esgoto do estado, é que 28% da água produzida seja perdida até o destino por causa de vazamentos e problemas nos encanamentos. “É um índice baixo em relação ao país”, pondera o presidente da estatal, Ricardo Simões, que reconhece a necessidade de aperfeiçoar o sistema. Para o coordenador da ANA, o problema passa por várias esferas. “É uma questão de consciência, de valorizar mais as águas nas bacias hidrográficas, as empresas como os cidadãos. Fomos criados com o conceito da abundância e isso é difícil de mudar”, diz.

Vizinho 

à Estação Ecológica de Fechos, em Nova Lima, um dos principais mananciais de abastecimento de Belo Horizonte, o Condomínio Pasárgada funciona como um laboratório ecológico. É lá que os integrantes da organização não governamental Primatas da Montanha (Primo), empenhados nessa mudança de postura, desenvolveram o banheiro seco, também conhecido como bason. A tecnologia, que não usa água e transforma fezes em adubo, foi levada também à tribo yawanawá, que habita as margens do Rio Gregório, no Acre.

“Misturar fezes com água é poluirmos o que é mais essencial à vida e ainda traz outro problema em relação ao esgoto”, ressalta uma das integrantes da ONG, a bailarina Izabel Stewart, de 39 anos. O bason implantado no condomínio se parece com um banheiro turco, sem vaso sanitário. As fezes vão para um tambor exposto ao sol e a serragem substitui a água. Também é importante não misturar a urina. “Depois que o tambor estiver cheio, ele fica seis meses ao sol e, depois desse período, o material é transformado em húmus”, explica o analista de sistemas e “agrofloresteiro” Gustavo Passos, de 43.

E a turma não para. Além de ações de mobilização em defesa de Fechos, pressionada pela mineração, o grupo está testando tecnologias para desinfetar as águas cristalinas do Córrego Tamanduá, usadas no consumo do condomínio. “Em vez de cloro, estamos testando a desinfeção por raios ultravioleta, que não adulteram as propriedades físicas e químicas da água”, explica Izabel, que sonha em ver a área da estação de Fechos duplicada. “Sinto-me responsável por esse espaço e o impulso que tenho é de tentar cuidar disso tudo também”, diz. 

Jornal Estado de Minas

PREVISÃO DO TEMPO

Nessa sexta e final de semana ainda atuam em grande parte do Sudeste muitas áreas de instabilidade causadas pela frente fria que passa pelo litoral. São esperadas pancadas de chuvas em SP, RJ, MG e ES. Alerta para as áreas serranas no RJ. No Norte do Brasil o calor e a umidade provocam fortes pancadas de chuvas. No Sul do Brasil o tempo começa a melhorar e chove fraco apenas no Paraná. Na maior parte do Nordeste o tempo fica firme, faz calor o ocorrer apenas pancadas localizadas no litoral.   

MG terá uma sexta e final de semana com tempo instável e pancadas de chuvas localizadas em praticamente todo o Estado devido a passagem de frente fria no Sudeste. Pela manhã o tempo fica firme, mas no decorrer do dia a nebulosidade aumenta, proporcionando chuvas.  Na RMBH também segue tempo instável e pancadas de chuvas fracas a moderadas. Temperaturas estáveis: máx. de 28°C e mín. de 19°C na RMBH.  



quinta-feira, 21 de março de 2013

Estados recebem imagens de satélite para cadastro ambiental rural

Os órgãos ambientais estaduais e do Distrito Federal receberam nesta quarta-feira todas as imagens de satélite contratadas pelo governo federal que serão usadas para formular o Cadastro Ambiental Rural (CAR). As imagens trazem detalhes dos mais de 5 mil imóveis rurais distribuídos em território nacional e de áreas de preservação permanente, reservas legais e nascentes de rio.  

Com o material, os governos dos Estados e do DF vão conseguir identificar e quantificar as áreas de desmatamento da vegetação nativa para aplicar o Programa de Monitoramento do Desmatamento dos Biomas Brasileiros por Satélite e identificar as diferentes espécies vegetais presentes em cada território.
“Entregamos a base cartográfica atualizada e os Estados têm agora as condições para entender o que ocorre nos territórios e mergulharem no trabalho de cadastrar (os imóveis rurais). Estamos finalizando a fase de testes porque é importante ver se está dando erros”, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

As imagens que serão usadas para desenhar esse mapeamento também vão servir para a elaboração do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar) - ferramenta que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai disponibilizar para os Estados e que vai reunir as informações dos cadastros ambientais rurais de todo o País.

Izabella Teixeira evitou definir prazos para a entrega final dos trabalhos, mas garantiu que a conclusão das duas ferramentas que vão permitir uma visão detalhada sobre, por exemplo, possíveis irregularidades de propriedades rurais do país, estão em fase final.  “Temos que consolidar os testes de módulos de análise e a partir daí evoluímos para a regulamentação. Prefiro gastar um pouco de tempo, ajustando para atender a todo mundo, do que colocar um sistema que algum estado tenha dificuldade de aplicar. Todos os Estados têm que se ver no sistema”, disse.

Com exceção da Bahia, todas as unidades da Federação assinaram parceria com o governo federal para construção do cadastro. “Só falta a Bahia, que está com problema jurídico, mas absolutamente burocrático”, minimizou a ministra. A concessão das imagens pelo governo federal é um dos itens previstos nos acordos que também incluem o apoio técnico para regularização de imóveis rurais e apoio institucional do governo federal.

O CAR se tornou obrigatório com o novo Código Florestal, aprovado no final do ano passado. As imagens dos imóveis rurais do país distribuídos em mais de 8 milhões de quilômetros quadrados do território nacional, com uma aproximação de 5 metros de resolução, custou R$ 28,9 milhões do orçamento do ministério.

O banco de imagens detalhadas que também foi entregue para outros órgãos dos governos, e poderão ser usadas para demais finalidades, como gerenciamento da distribuição e situação das comunidades mais pobres ou ainda para outros dados sócio-econômicos, usados nas pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), por exemplo.

Fonte: Terra

IBRAM lança consulta pública para Guia de Fechamento de Mina

O documento, elaborado por meio de parcerias, ficará disponível para análise e sugestões no site do Instituto até 27 de abril de 2013 ...

O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM - www.ibram.org.br) disponibiliza, nesta segunda-feira (18), a minuta do Guia para Planejamento do Fechamento de Mina para Consulta Pública. O documento ficará disponível para download no site do Instituto até 27 de abril de 2013. No endereço, está também o “Formulário para Envio de Contribuições” ao processo de Consulta Pública, que deverá ser enviado ao IBRAM com sugestões após preenchimento. 

“O objetivo da consulta é tornar a elaboração do Guia a mais democrática e participativa possível, permitindo que a sociedade opine de forma fácil, ágil e com baixo custo. O IBRAM entende o documento como uma etapa importante para o fortalecimento das estratégias de sustentabilidade e de planejamento do setor mineral”, pontua o Diretor de Assuntos Ambientais do IBRAM, Rinaldo Mancin. 

O Guia para Planejamento de Fechamento de Mina foi preparado com a intenção de reunir conhecimento relevante sobre o tema no contexto brasileiro. São oferecidas diretrizes aos profissionais da mineração, de modo a facilitar a inserção das questões relativas ao fechamento, desde o planejamento de uma nova mina até sua fase de operação, assim como para planejar o fechamento de minas já em operação. 

Elaboração do Guia 

O documento se destina aos profissionais da mineração e a todos os interessados na sustentabilidade de uma atividade essencial à economia e ao estilo de vida contemporâneo. 

A construção do documento, desenvolvida em parceria com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - USP, ocorreu de forma participativa, por meio de oficinas, com diversos setores como governo, academia e iniciativa privada. 

A versão atual do Guia contempla as contribuições recebidas dos vários atores envolvidos no seu processo de elaboração. É esta versão que é submetida à Consulta Pública, visando a validação pela sociedade. 

Assessoria de Imprensa do IBRAM - Profissionais do Texto 
(61) 3364-7216 
Marina Severino - marina.severino@ptexto.com 
Luisa Amorim - luisa@ptexto.com.br