quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Mato Grosso terá base cartográfica atualizada

Atualização Cartográfica Mato Grosso terá base cartográfica atualizadaA Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral (Seplan) deve iniciar a atualização da base cartográfica de Mato Grosso. O trabalho irá atender as Especificações Técnicas para Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais (ET-EDGV) e determinações da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Inde). O objetivo é dinamizar a produção cartográfica no Estado, evitar o retrabalho por meio de uma maior padronização e criar um banco de dados nacional sobre a cartografia brasileira.

Uma equipe de técnicos da Seplan participou no mês de junho de um estágio junto à 5ª Divisão de Levantamento do Exército Brasileiro, no Rio de Janeiro, entidade que executa esta padronização. Os servidores foram validar os dados de Mato Grosso junto ao Exército, sendo que a homologação final deverá ser realizada já na próxima etapa, prevista ainda para este ano.




“Temos um banco de dados que reúne material técnico de todo o estado de Mato Grosso e da Amazônia Legal. São informações sobre a cartografia, estudo de solos, hidrografia, entre outros dados. Porém, este material não está 100% conforme os procedimentos indicados pela Inde, do Ministério de Planejamento. Vale lembrar que todos estes dados estão disponíveis à sociedade de forma gratuita”, destacou o agente da Área Instrumental do Governo e técnico em Geoprocessamento, Sebastião Renato de Moraes.

Os interessados em ter acesso a estes dados devem procurar a Seplan para assinar um termo de adesão e responsabilidade sobre o uso das informações, reforçando que não há custos na obtenção dos dados.

Segundo o técnico em geoprocessamento da Seplan, a capacitação realizada no Rio de Janeiro poderá ser utilizada também para facilitar a aproximação nas escalas cartográficas atualmente em uso no Governo. Nas plantas utilizadas, a escala está em 1 para 250 mil centímetros, porém o Estado já recebeu do Exército uma base cartográfica que está em 1 para 100 mil centímetros, além de outras fontes que permitem um trabalho com escalas ainda mais detalhadas.


Fonte: Só Notícias citado por MundoGeo

Regularização fundiária terá reforço de VANT na Bahia

A Seagri implantará um projeto piloto que utilizará o VANT do IFBaiano  visando acelerar o processo de regularização fundiária na Bahia

A questão foi debatida, preliminarmente, em junho de 2013, pelo secretário estadual de Agricultura, Eduardo Salles, o coordenador executivo da CDA, Luis Anselmo Pereira de Souza e o pró-reitor do instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IFBaiano) Profº Dr. Vandemberg Salvador e o Diretor executivo do IFBaiano, Nilton Santos.

A Secretaria Estadual de Agricultura, através da CDA, irá firmar parceria com o instituto, para desenvolver um piloto de regularização fundiária em uma área de 6,9 mil hectares no sertão da Bahia, com a utilização de uma metodologia de levantamento e gestão da informação multifinalitária que inclue o  uso de Veículo Aéreo não Tripulado (VANT ou Drone).

A autorização da Anac para a realização do imageamento  já foi emitida e os preparativos estão sendo ultimados para que este novo capítulo da gestão fundiária brasileira comece pela Bahia.

O trabalho envolverá, além da comunidade que será beneficiada,  servidores da Seagri-CDA, alunos e professores dos cursos de Agrimensura do IFBaiano.



IFBaino utiliza VANT em atividades de pesquisa e mapeamento

“Com a publicação da 3ª edição da Norma Técnica de Georreferenciamento de Imóveis Rurais e a utilização do método que desenvolvemos e utilizaremos neste piloto, reduziremos não apenas o custo dos serviços, todavia reduziremos principalmente o prazo conclusão dos serviços e entrega dos títulos, provocando a quebra de um paradigma histórico e perverso na história da questão fundiária brasileira. No que concerne ao tempo de execução dos serviços, computando todas as fases descritas nesta nova metodologia que desenvolvemos, reduziremos a um terço os custos e o lapso temporal dos projetos” – diz o Professor Vandemberg Salvador, que é doutor em Geografia.

Entre os institutos federais , o IFBaiano é pioneiro no uso dessas aeronaves (VANT) para atividades de ensino técnico, pesquisa e extensão.

Atualmente o VANT do IFBaiano está realizando o mapeamento de todos os seus 14 campi , uma superfície de 2.500 hectares, para utilização em planejamento de expansão, monitoramento ambiental, zoneamento de uso e ocupação e, para a publicação do Atlas Digital do IFBaiano na internet.


Fonte: MundoGeo

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Previsão do tempo para esta quarta-feira (11/09/13)

Nessa quarta uma massa de ar seco predomina no sudeste deixando o tempo firme na maior parte da Região, onde o sol predomina.  Podem ocorrer apenas leves pancadas no litoral do ES. Segue o alerta de relativo aos baixos índices de umidade relativa do ar em MG e SP. No Norte e Nordeste do Brasil seguem as típicas pancadas de chuvas localizadas devido o calor e umidade.



MG terá uma quarta com predomínio de sol em todo o Estado. Haverá apenas uma maior nebulosidade no extremo Leste. A RMBH segue com tempo ensolarado e sem previsão de chuvas. (máxima de 30°C e mínima de 15°C na RMBH).


Fonte: ClimAgora

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Previsão do tempo para esta terça-feira (10/09/13)

Nessa terça uma massa de ar seco predomina no sudeste deixando o tempo firme na maior parte da Região, onde o sol predomina.  Podem ocorrer apenas leves pancadas nos litorais de RJ e ES. No Norte e Nordeste do Brasil seguem as típicas pancadas de chuvas localizadas devido o calor e umidade.



MG terá uma terça com predomínio de sol na maior parte do Estado e possibilidade de pancadas de chuvas apena no extremo Leste. A RMBH terá tempo parcialmente nublado e sem previsão de chuvas. (máxima de 27°C e mínima de 15°C na RMBH).


Fonte: ClimAgora

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

ICMBIO LANÇA CADASTRO NACIONAL DE CAVERNAS

Brasília (03/09/2013) – O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lança nesta quarta-feira (4), durante reunião do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), em Brasília, o Cadastro Nacional de Informações Espeleológicas (Canie). A iniciativa é do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas (Cecav), unidade descentralizado do ICMBio.



O sistema armazena, neste primeiro momento, dados de 9.530 cavidades naturais subterrâneas que envolvem área protegida, atividade antrópica (do homem), entrada da caverna, espeleotemas (formações rochosas), fauna, recursos hídricos, microbiologia, vegetação, vestígios arqueológicos, histórico-culturais e paleontológicos, feição morfológica, litologia, entre outros. No total foram computados mais de 1.500 pontos de função (ações de programação).

O objetivo do cadastro é estabelecer procedimentos e parâmetros para nortear o licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades consideradas efetivamente ou potencialmente poluidoras ou degradadoras do patrimônio espeleológico ou de sua área de influência, assim como o processo de gestão ambiental, em especial da biodiversidade a ele associado. Com isso, será possível o desenvolvimento do conhecimento técnico-científico do patrimônio espeleológico nacional, armazenando e disponibilizando dados essenciais à gestão desse patrimônio. Após sua implementação e alimentação, o CANIE será um importante instrumento de monitoramento das cavernas brasileiras.

O sistema vem atender a Resolução 347 do Conma, datada de 10 de setembro de 2004, que o instituiu. Com as mudanças na legislação que trata do tema, advindas da publicação do Decreto nº 6.640/2008, que deu nova redação ao Decreto nº 99.556/1990, e a Instrução Normativa 02/2009/MMA, no seu Artigo 20, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) passou a ser o responsável pelo desenvolvimento e gestão do CANIE.

No ICMBio, por meio do Cecav e da Coordenação de Tecnologia da Informação (Cotec), o sistema foi desenvolvido e materializado conforme os parâmetros estabelecidos pelo Governo Federal para a utilização de linguagens e softwares livres. Assim, o Canie foi criado tendo como banco de dados base o PostgreSQL e linguagem PHP. Desenvolvido em seis etapas (interações) pela fábrica de software CTIS, sob a supervisão da Cotec e orientação técnica do Cecav, o cadastro passa a ser disponibilizado nos sites do Cecav e do ICMBio.

O acesso ao Cadastro se dará por meio do portal de sistema do Instituto Chico Mendes ou ainda nos endereços: https://sicae.sisicmbio.icmbio.gov.br, https://sicae.sisicmbio.icmbio.gov.br/ usuario-externo/login e http://www.icmbio.gov.br/cecav. Além de técnicos do Cecav, o Canie tem perfis diferenciados para ser acessado pelo órgão licenciador federal (Ibama), pelos órgãos licenciadores estaduais e por usuários externos.

Outros dois eventos estão previstos para serem realizados em Natal (RN) e em Belo Horizonte (MG) com o objetivo a apresentar o sistema aos usuários, em especial aos Órgãos de Meio Ambiente, pesquisadores, empreendedores, cuja legislação impõe responsabilidades quando do licenciamento ambiental.


Fonte: ICMBio

Previsão do tempo para esta segunda -feira (09/09/13)

Nessa segunda a frente fria que atuava no litoral do Sudeste perde força e desloca-se para o oceano e sul da Bahia. O tempo apresenta melhora nos Estados de MG, SP, RJ e ES e o sol predomina. Podem ocorrer apenas leves pancadas nos litorais de RJ e ES. No Norte e Nordeste do Brasil seguem as típicas pancadas de chuvas localizadas devido o calor e umidade.



MG terá uma segunda com predomínio de sol na maior parte do Estado e possibilidade de pancadas de chuvas apena no extremo Leste. A RMBH terá tempo parcialmente nublado e sem previsão de chuvas. (máxima de 27°C e mínima de 15°C na RMBH).


Fonte: ClimAgora

Anac lançará neste ano regulamentação para o setor de VANTs

Anac Anac lançará neste ano regulamentação para o setor de VANTsEm vista da necessidade de uma regulamentação para o setor de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) está promovendo nesta semana o Workshop para Regulamentação de Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPAs em inglês). O evento acontece até quinta-feira, 5 de setembro, no Hotel Travel Inn Live & Lodge Ibirapuera, em São Paulo (SP), e conta com a participação do MundoGEO.

No dia 4, primeiro dia do evento, a Anac recebeu representantes de associações e instituições públicas, que compartilharam suas experiências e considerações sobre utilização e demandas em relação à tecnologia. Assim, foram realizadas discussões específicas sobre aeronavegabilidade, operações/licenças e organizações. A Anac pôde, assim, ouvir a comunidade para o desenvolvimento de uma regulamentação que viabiliza a operação segura e viável dos RPAs.

Abrindo o workshop, Roberto Honorato da Superintendência de Aeronavegabilidade da Anac, demonstrou as iniciativas e o esforço para a criação da proposta de regulamento, que deverá estar disponível em 2014. De acordo com Honorato, a Anac já colheu os tópicos a serem regulados, e agora está na fase de definição de como regular, para apresentar, futuramente, o texto com a regulamentação. Até dezembro deste ano, o grupo de trabalho responsável irá apresentar a proposta de regulamentação à sociedade.




Anac promove workshop sobre regulamentação de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPAs)

No segundo momento, foi discutido sobre regras atuais e perspectivas para a regulação da utilização do espaço aéreo brasileiro por RPAs. A explanação ficou por conta do Majjor Cyro Cruz do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que ressaltou os aspectos da segurança que devem ser executados em vôos com RPAs, além de ressaltar a importância da  AIC N 21/10, normativa que opera atualmente no país para o vôo com as aeronaves não tripuladas. Segundo o Major, a norma proíbe o vôo sobre cidades, povoados e lugares habitados, e não pode oferecer risco a pessoas ou propriedades. As operações com RPAs devem seguir então as mesmas regras das aeronaves tripuladas, inclusive a necessidade de voar somente em áreas segregadas.

Em outra apresentação, Wellington Soares Gonçalves, delegado da Polícia Federal, demonstrou como a PF vem utilizando os RPAs em operações policiais e de vigilância. De acordo com o Delegado, a PF planeja utilizar 14 aeronaves, e a operação deve obedecer a mesma legislação das aeronaves tripuladas, exigindo inclusive a mesma certificação para os pilotos (CCF e CMA). Também houve uma explanação sobre os tipos de certificação que podem ser emitidos para os RPAs: Autorização Especial de Vôo (AEV) e o certificado de Aeronavegabilidade para Voo Experimental (Cave).

O workshop também contou com uma apresentação de Antonio Castro, presidente do comitê da Abimde que discute o tema. Atualmente, a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde) conta com 11 indústrias de RPAs associadas, e tem seu foco no mercado civil, mais promissor que o militar, segundo o presidente. O painel também contou com a participação de representantes da Petrobras e da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), que manifestaram a necessidade das companhias por uma regulamentação que facilite o uso civil das aeronaves remotamente pilotadas, contribuindo assim para a execução de trabalhos com mais segurança e custos reduzidos, como por exemplo para inspeção de linhas e dutos.

No último momento do primeiro dia do workshop, a Anac reuniu alguns especialistas para ouvir o público e debater com fabricantes e usuários dos RPAs. Ailton José de Oliveira Junior, Especialista em Regulação de Aviação Civil da Anac, apresentou ao público vários aspectos relacionados à padrões e requisitos para os RPAs e a certificação. De acordo com Ailton, é importante considerar os conceitos de registro, matrícula e marca, três aspectos que estão relacionados e são necessários para se obter o certificado de aeronavegabilidade. Ailton também ressaltou a importância da Circular 328, um guia elaborado pelo Grupo de Estudo da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO em inglês), que mostra como o órgão pensa em conduzir as operações de RPAs. Em relação à segurança, o documento afirma que as operações de devem ser tão seguras quanto de aeronaves tripuladas, de forma com que não apresentem perigo para pessoas ou propriedades em solo ou no mar, que seja maior que aquele atribuído à operações de aeronaves tripuladas de classe ou categoria equivalente. Segundo Ailton, o foco da segurança dos RPAs muda para as pessoas que estão no solo ou em outras aeronaves, visto que a segurança das aeronaves esteve voltada primeiramente às pessoas dentro das aeronaves.

O workshop da Anac vai até esta quinta-feira, quando terão painéis dedicados à discussões sobre operações, licenças e organizações. Acompanhe o Portal MundoGEO para saber de todas as novidades do mercado de aeronaves remotamente pilotadas e sobre a regulamentação, que deverá ser proposta pela Anac até o final 2013.


Fonte: MundoGeo