sexta-feira, 28 de junho de 2013

Previsão do tempo para esta sexta-feira (28/06/13) e final de semana

Nessa sexta e final de semana áreas de instabilidade provocam pancadas de chuvas na maior parte dos Estados do RJ e SP. Pode chover moderadamente no Sul de MG. No ES o tempo ainda fica firme. No Norte e Nordeste do Brasil seguem as típicas pancadas de chuvas devido o calor e umidade. No Sul do Brasil continua tempo instável.



MG terá uma sexta e final de semana com predomínio de sol na maior parte do Estado, principalmente no centro-norte. No Sul e Zona da Mata podem ocorrer pancadas localizadas.  Tempo firme na RMBH. Temperaturas seguem estáveis. (máxima de 26°C e mínima de 15°C na RMBH).


Fonte: ClimAgora

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Previsão do tempo para esta quinta-feira (27/06/13)

Nessa quinta feira a frente fria que atua no litoral do Sudeste desloca-se pelo Sul de MG e RJ provocando pancadas de chuvas nessas áreas. No ES o tempo ainda fica firme. Em SP continua tempo instável e chuvoso. No Norte e Nordeste do Brasil seguem as típicas pancadas de chuvas devido o calor e umidade. No Sul do Brasil continua tempo instável.



MG terá uma quinta com predomínio de sol na maior parte do Estado, principalmente no centro-norte. No Sul, Zona da Mata e Leste, além do Triângulo podem ocorrer pancadas localizadas.  Tempo firme na RMBH. Temperaturas seguem estáveis. (máxima de 26°C e mínima de 15°C na RMBH).


Fonte: ClimAgora

terça-feira, 25 de junho de 2013

Minério de ferro ultrapassa óleo diesel pela primeira vez em 13 anos

Em 2011, no ranking dos 15 produtos que mais se destacaram em termos de valor de vendas, os minérios de ferro em bruto ou beneficiados atingiram a liderança, ao registrar vendas de R$ 50,9 bilhões, ultrapassando, pela primeira vez desde o início da série histórica em 1998, o óleo diesel, com R$ 48,1 bilhões de reais.

Na região Norte os produtos que se destacaram em termos de valor de vendas foram minérios de ferro em bruto ou beneficiados (17,7%) e televisores (9,5%). Na região Nordeste, destacou-se o óleo diesel (3,7%). No Sudeste, os destaques foram minérios de ferro em bruto ou beneficiados (2,9%), óleos brutos de petróleo (2,8%) e óleo diesel (2,8%). Na região Sul, óleo diesel (3,5%) e automóveis de cilindrada maior que 1.500 cm3 e menor ou igual a 3.000 cm3 (2,9%) tiveram os maiores percentuais. Na região Centro-Oeste, carnes de bovinos frescas ou refrigeradas (7,4%) e tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja (4,9%) foram as atividades mais representativas.

Considerando os 100 maiores produtos e serviços industriais em termos de valor de vendas, o total das vendas atingiu R$ 908,0 bilhões em 2011, o que representa cerca de 52,2% do total das receitas de vendas das empresas com 30 ou mais pessoas ocupadas da indústria brasileira. Essa mesma relação de produtos e serviços industriais representava cerca de 51,5% no ano de 2010.

Dos cem maiores produtos e serviços industriais, em termos de receitas líquidas de vendas, ganharam posições no ranking entre 2010 e 2011: gás natural, que passou da 76ª posição em 2010 para a 51ª colocação em 2011; veículos para o transporte de mercadorias, de capacidade de carga não superior a 5t, que ganhou 24 posições; estruturas de ferro e aço, em chapas ou em outras formas, com ganho de 16 posições; e querosenes de aviação com 12 posições.

Em sentido oposto, os produtos e serviços industriais que mais perderam posição na passagem de 2010 para 2011 foram: bobinas a frio de aços ao carbono, não revestidos , que perdeu 26 posições, passando da 55ª colocação para a 81ª; refrigeradores ou congeladores (freezers), inclusive combinados, para uso doméstico (da 48ª para a 62ª); chapas, bobinas, fitas e tiras de aço, relaminadas, inclusive revestidas, pintadas ou envernizadas (com queda de 12 posições); tratores agrícolas, inclusive motocultores (de 39ª para 50ª).


Fonte: IBGE

São Paulo ganha rede de estações de sistemas de navegação por satélite

Agência FAPESP – A comunidade científica paulista usuária de Sistemas Globais de Navegação por Satélite (GNSS, na sigla em inglês) passou a dispor de melhor infraestrutura para utilização dessa tecnologia para fins de pesquisa em áreas como a Geodésia (determinação da forma, dimensões e campo de gravidade da Terra), cartografia, modelagem da ionosfera (camada que cobre a Terra, formada por íons e elétrons) e da troposfera (localizada entre a superfície da Terra e a ionosfera).



Construída para fins de pesquisa, a GNSS-SP também deve contribuir para melhorar a aplicação da tecnologia em áreas como a agricultura de precisão e previsão do tempo (divulgação)

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Presidente Prudente, em parceria com colegas da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) e do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), implantaram a primeira rede de estações GNSS ativa do Estado de São Paulo.

Batizada de GNSS-SP, a rede foi construída no âmbito de um Projeto Temático, realizado com apoio da FAPESP.

“Agora dispomos de uma rede de receptores GNSS em São Paulo, funcionando em tempo real, criada para fins de pesquisa, mas que também deve contribuir para melhorar a aplicação de sistemas de navegação por satélite em setores como o de agricultura de precisão, posicionamento terrestre, aéreo e offshore e previsão de tempo, entre outros”, disse João Francisco Galera Monico, professor da Unesp de Presidente Prudente e coordenador do projeto, à Agência FAPESP.

Os pesquisadores participantes do projeto realizaram, no dia 20 de junho, em São Paulo, o terceiro workshop do Projeto Temático, durante a conferência MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013, em que apresentaram alguns dos principais resultados alcançados.

De acordo com Monico, a rede GNSS-SP conta atualmente com 20 estações ativas, espalhadas por diferentes municípios paulistas.

Em cada uma dessas estações há um receptor GNSS conectado com a internet, que rastreia um conjunto de satélites GNSS em operação – como o GPS, dos Estados Unidos, e Glonass, da Rússia – e captam em tempo real os sinais eletromagnéticos que enviam para a Terra.

Os sinais dos satélites recebidos pelos receptores são remetidos para um centro de processamento e armazenamento de dados, localizado no campus da Unesp em Presidente Prudente, e disponibilizados em uma plataforma on-line para usuários cadastrados para utilização em pesquisa.

Dados de algumas estações também são enviados para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que os disponibiliza para o público em geral por meio da Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo (RBMC).

Mas, além disso, os dados de satélites fornecidos pelas estações GNSS também poderão ser usados a partir da própria estação como referência para realização de posicionamento relativo – em que um usuário com um receptor GNSS estático ou móvel, próximo a uma das estações, pode obter suas coordenadas com boa acurácia.

“A utilização de dados de redes GNSS ativas, como a GNSS-SP, para realização de posicionamento relativo é uma tendência que deverá aumentar cada vez mais”, estima Monico.

“Hoje os aparelhos celulares que possuem GPS fornecem posição com precisão da ordem de 12 metros. Mas, no futuro, quando passarem a receber correções de estações GNSS, fornecerão posição da ordem de meio metro”, exemplificou o pesquisador, explicando que, quanto menor a distância da posição fornecida pelo GNSS, melhor a acurácia das coordenadas do ponto de interesse.

Efeitos da ionosfera

Segundo o pesquisador, a rede também possibilitou monitorar melhor a ionosfera e ampliar o conhecimento em relação a seus efeitos sobre os sinais emitidos pelos satélites, que, ao passar pela atmosfera, sofrem interferências e chegam à Terra com variações que vão desde a atenuação da potência até alterações na direção de propagação e velocidade da onda eletromagnética.

Ao atravessar a ionosfera, por exemplo, os sinais dos satélites se chocam com elétrons, que alteram sua velocidade. Já ao seguir pela troposfera, são afetados pelo vapor d’água, que pode ser estimado e utilizado para melhorar os modelos de previsão de tempo, uma vez que algumas das estações da rede GNNS-SP são integradas com medidores de temperatura, pressão e umidade.

Os receptores das estações GNSS medem os sinais eletromagnéticos captados dos satélites e os decodificam em dados que podem ser observados pelos pesquisadores para avaliar as influências que sofreram durante a passagem pela atmosfera.

“Para nós, que trabalhamos com posicionamento geodésico [determinação de posição sobre a superfície terrestre por meio de sistema de coordenadas], essas interferências da atmosfera sobre os sinais dos satélites degradam a posição e são erros que queremos eliminar para melhorar a acurácia do posicionamento”, disse Paulo de Oliveira Camargo, professor da Unesp de Presidente Prudente, e um dos pesquisadores principais participantes do projeto.

“Mas para outras áreas, como a das ciências espaciais, esses erros são sinais importantes por meio dos quais é possível calcular o total de elétrons e gerar modelos da ionosfera, fazer inferências sobre suas irregularidades e detectar causas de distúrbios como a cintilação ionosférica”, comparou.

Caracterizado por uma alteração do campo magnético durante a passagem do sinal dos satélites pela ionosfera, o fenômeno ocorre com maior intensidade no intervalo das 18h às 2h, no horário local. Em função disso, prejudica a utilização de GNSS na agricultura de precisão, em que a tecnologia é usada para orientar a direção de máquinas colheitadeiras dotadas de receptores de GNSS para piloto automático tanto de dia como à noite.

Durante os períodos de cintilação ionosférica, os sinais dos satélites captados por estações base e enviados para um retransmissor móvel, que os retransmite para as máquinas agrícolas, são afetados. Como consequência, as máquinas podem ter a qualidade da posição deteriorada e não se localizar adequadamente na área de plantação onde realizam colheita à noite, por exemplo. “Esse é um problema para o qual nós estamos tentando encontrar uma solução”, disse Monico.

A fim de analisar os efeitos do fenômeno, aumentar a compreensão sobre suas causas e desenvolver novas técnicas de contramedidas a serem implementadas em receptores de GNSS, pesquisadores da Unesp, Petrobras e da Universidade de Nottingham, do Reino Unido, entre outros concluíram no início de 2012 o projeto “Concept for ionospheric scintillation mitigation for professional GNSS in Latin America” (Cigala, na sigla em inglês).

Financiado pela Comunidade Europeia, o projeto também deu origem a uma rede de estações GNSS situadas nas cidades de Manaus (AM), Palmas (TO), Macaé (RJ), Porto Alegre (RS) e Presidente Prudente e São José dos Campos, ambas em São Paulo.

Em continuação ao Cigala, em novembro de 2012 foi iniciado o projeto “Counterign GNSS high accuray applications limitations due to ionospheric disturbances in Brazil” (Calibra, na sigla em inglês).

Também financiado pela Comunidade Europeia e com a participação de pesquisadores de algumas das instituições que atuaram no Cigala, alguns dos objetivos do projeto, que deverá ser concluído no final de 2014, são melhorar e desenvolver novos algoritmos para mitigar os efeitos causados pelos distúrbios da ionosfera para posicionamento de GNSS de alta precisão.

O projeto também prevê a instalação de mais cinco estações de GNSS em diferentes estados brasileiros.

“Esses dois projetos, com o GNSS-SP, constituíram uma infraestrutura de monitoramento da ionosfera que está coletando dados desde 2011”, disse Bruno Vani, que realiza mestrado na Unesp de Presidente Prudente e participa dos três projetos.

Análise de dados

Segundo o pesquisador, até agora já foram coletados mais de 13 terabytes de dados e 7,5 bilhões de registros de monitoramento da ionosfera pelos três projetos.

A cada minuto, um receptor fornece mais de 60 parâmetros diferentes da ionosfera, gerados por um conjunto de satélites, como a variação do sinal nos últimos 60 segundos. Os dados das observações são apresentados em arquivos com colunas de informação que são disponibilizados em um portal na internet, em português e inglês.

Por meio de técnicas de visualização e relação de dados, utilizadas pela ferramenta, os usuários podem saber como está a situação da ionosfera em um determinado dia, por exemplo, e utilizá-la para realização de pesquisas em diversas áreas e para desenvolvimento de técnicas que possam mitigar os efeitos da ionosfera no posicionamento.

A base de dados permite aos pesquisadores avaliar os picos de cintilação ionosférica no intervalo de um dia ou de uma semana, por exemplo, e identificar qual o satélite mais afetado. Mas, apesar de estar em um estágio bastante avançado de desenvolvimento, ainda requer avanços.

“Como recebemos grandes volumes de dados, é importante que também tenhamos infraestrutura para analisá-los e para detectar comportamentos específicos da ionosfera”, ressaltou Vani.

“Nós temos dificuldades, por exemplo, de posicionar em períodos de disponibilidade de dados ameaçada, quando poucos satélites estão sendo rastreados e estão sobre forte incidência de cintilação. Pode ser que, nesse momento, não tenhamos capacidade de posicionamento”, disse.

Para solucionar esse problema, os pesquisadores participantes dos projetos Calibra e GNSS-SP estão desenvolvendo uma ferramenta de computação para exploração e análise de dados baseada em softwares livres.

O programa permitirá aos pesquisadores excluir um determinado satélite mais afetado pela cintilação ionosférica do rastreamento para possibilitar melhorar o posicionamento ou prever qual deles está mais suscetível aos distúrbios ionosféricos, por exemplo.

“A ionosfera é uma camada muito instável que sofre variações em diversas escalas do tempo – durante o dia, ao longo das estações do ano e dos ciclos solares, que ocorrem em períodos de 11 em 11 anos – e é difícil saber como estará daqui a um mês”, disse Marco Mendonça, outro mestrando participante do projeto. “O software para exploração e análise de dados vai nos ajudar a responder a essa questão”, afirmou.


Fonte: Agência Fapesp

MMA capacita parceiros para o CAR: entidades foram capacitadas Abiove e Abiec ajudarão na implantação do Cadastro Ambiental Rural

Analistas ambientais do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ministraram, nesta sexta-feira (21/06), treinamento para técnicos da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) para uso do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar).

A capacitação de representantes das duas entidades, parceiras do MMA no Cadastro Ambiente Rural (CAR) dará mais celeridade na inclusão de imóveis rurais no registro público eletrônico, que visa integrar informações ambientais das propriedades rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento.


Fonte: MMA

Previsão do tempo para esta terça-feira (25/06/13)

Nessa terça uma nova frente fria se desloca pelo Sul do Brasil e pelo Estado de SP, onde ocorrem pancadas de chuvas significativas. No restante do Sudeste a umidade oriunda do oceano proporciona ligeiro aumento de nebulosidade, mas sem maiores transtornos, ocorrendo apenas chuva fraca e isolada em MG e RJ. No Norte e Nordeste do Brasil seguem as típicas pancadas de chuvas devido o calor e umidade.



MG terá uma terça com predomínio de sol na maior parte do Estado, principalmente no centro-norte. No Sul, Zona da Mata e Leste podem ocorrer chuviscos localizados. Temperaturas seguem estáveis. (máxima de 27°C e mínima de 16°C na RMBH).


Fonte: ClimAgora

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Previsão do tempo para esta semana

Apesar da passagem de uma frente fria no litoral do Sudeste e pelo Estado de SP, não ocorrerá grandes mudanças de tempo em MG, exceto no Sul e Leste onde chove de forma isolada.






Mesmo com o aumento de nebulosidade observado na RMBH nessa segunda feira, não estão previstas chuvas nos próximos dias. Temperaturas seguem amenas e estáveis em BH.


Fonte: ClimAgora