quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Governador entrega veículos e inaugura Núcleo de Geotecnologia na Emater-PA

O Governo do Estado entregou 40 novos veículos populares para doze regionais da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), além de 250 kits tecnológicos, formados por computador, impressora e no-break. Resultado de um investimento de R$ 1,5 milhão, a entrega foi feita na manhã desta segunda-feira, 26, pelo governador Simão Jatene, durante cerimônia que também contou com a presença do vice-governador Helenilson Pontes, secretários de Estado e deputados estaduais. Após a entrega dos carros, o governador inaugurou o Núcleo de Geotecnologia, Diagnóstico e Rastreabilidade, que com o auxílio de equipamentos de última geração vai gerar imagens de satélite mais precisas, além de oferecer capacitação técnica em tempo real.
 
A criação do núcleo permite também maior eficiência do diagnóstico das cadeias produtivas na elaboração do Cadastro Ambiental Rural (CAR), especialmente nos municípios onde o acesso à internet é difícil. Na ocasião, o governador assistiu uma apresentação do Programa Nacional de Georreferenciamento (PNGEO), Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e as soluções da Emater para o CAR. “O que vemos aqui é a realização de um sonho, onde a tecnologia está sendo posta a serviço do desenvolvimento sustentável. A Emater é um exemplo de superação, afinal o órgão já passou por altos e baixos, mas com o apoio e perseverança de seus servidores tem conseguido cumprir sua missão institucional, garantindo benefícios aos produtores rurais e agricultores do nosso Estado”, ressaltou o governador.
 
 
A presidente da Emater, Cleide Amorim, afirmou que somente este ano a Emater já investiu um montante superior a R$ 2 milhões, provenientes de convênios, recursos próprios e do Tesouro Estadual. No que diz respeito ao material humano, mais de R$ 400 mil foram destinados a capacitações, congressos e seminários direcionados ao corpo técnico. Ela também anunciou que, em 2013, mais 23 veículos serão distribuídos para outras regionais no interior. “Hoje, a Emater atende mais de 140 mil famílias em todo o Estado, sendo 16 mil nos projetos de assentamento mantidos com o governo federal. Com todos esses investimentos que estamos fazendo e com essa parceria contínua com o Governo do Estado pretendemos chegar a todos os municípios, qualificando e modernizando o setor rural paraense”, concluiu.
 
Fonte: Governo do Pará.

Brasil alerta para risco de fracasso em Doha

"Esta é a mais longa negociação neste processo. Poderia ter terminado há vários anos, mas não aconteceu. Não podemos mais continuar nisso", disse o experiente negociador brasileiro Luiz Alberto Figueiredo Machado, ontem em Doha, no Qatar. Ele se referia à negociação do segundo período do Protocolo de Kyoto, peça-chave para o sucesso da conferência do clima da ONU. "Se isso não acontecer, temo que o resto possa não acontecer. Infelizmente será um impasse nas negociações internacionais de combate à mudança do clima. E ninguém quer isso."
A rodada ministerial da COP18 começa hoje, e há muito em aberto. Não se chegou a um consenso sobre a duração da segunda fase de Kyoto, as metas de corte e o que acontece com países que não farão parte do acordo como Rússia, Japão e Nova Zelândia. Também é preciso definir temas delicados como transferência de tecnologia, florestas e finanças, por exemplo.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu ontem aos negociadores em Doha, que mostrem "um forte compromisso político" com a redução nas emissões de gases causadores do efeito estufa.
"Esperamos que haja um forte compromisso político dos líderes presentes neste encontro", afirmou Ban, notando que havia "sentimentos divergentes" entre os negociadores de quase 200 países, no encontro que vai até a sexta-feira.
Cerca de 100 ministros e alguns chefes de Estado estão em Doha para a reta final da reunião, marcada por divergências sobre valores e compromissos para reduzir as emissões de gases-estufa. "Ainda não temos grandes decisões, porque, nestas conferências, elas costumam ser tomadas mais no final da semana", disse Figueiredo.

FONTE: Valor Econômico

 

PREVISÃO DO TEMPO


Nessa quarta feira o sol predomina na maior parte da Região Sudeste, a frente fria que atuava na região perde força mas ainda proporciona umidade suficiente para provocar pancadas de chuvas localizadas nos Estados do RJ, MG, SP e ES, inclusive com forte sensação de tempo abafado. No Norte e Nordeste do Brasil a umidade disponível provocam pancadas de chuvas. No Sul, também ocorrem fracas pancadas de chuvas.

MG terá uma quarta com predomínio de Sol e pancadas de chuvas localizadas em toda a faixa centro-sul do Estado devido a umidade disponível. Toda a RMBH também segue a com tempo abafado entre hoje e amanhã e possibilidade de pancadas isoladas ao final da tarde. (máxima de 31°C e mínima de 20°C na RMBH).  
 
 
 
 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

PREVISÃO DO TEMPO


Nessa terça feira o sol predomina na maior parte da Região Sudeste, a frente fria que atuava na região perde força mas ainda proporciona umidade suficiente para provocar pancadas de chuvas localizadas nos Estados do RJ, MG, SP e ES, inclusive com forte sensação de tempo abafado. No Norte e Nordeste do Brasil a umidade disponível provocam pancadas de chuvas. No Sul, também ocorrem fracas pancadas de chuvas.

 
MG terá uma terça com predomínio de Sol e pancadas de chuvas localizadas em praticamente todas as regiões devido a umidade disponível. A tendência é a melhora do tempo durante a semana. Toda a RMBH também segue a com tempo abafado entre hoje e amanhã e possibilidade de chuvas isoladas. (máxima de 31°C e mínima de 20°C na RMBH).  


Mapa colaborativo criado na Poli indica alagamentos na cidade de São Paulo

Na Escola Politécnica (Poli) da USP, a geógrafa Eliane Hirata desenvolve em pesquisa de mestrado um esquema conceitual para elaborar mapas dinâmicos e colaborativos, disponibilizados na internet, que indiquem alagamentos na cidade de São Paulo. As informações são obtidas a partir da contribuição voluntária de dados geográficos pelos usuários que acessam o site do projeto, obtidos por receptores GPS em telefones celulares. A página com o mapeamento, denominada Pontos de Alagamento, pode ser acessada por computador, celular e dispositivos móveis. Também é possível aos usuários se cadastrarem no site para receber alertas de inundações.
 
O site utiliza a plataforma livre e de código aberto Ushahidi, criada por desenvolvedores africanos e já utilizada no exterior em casos de desastres naturais e crises políticas. Essa plataforma permite criar mapas de forma colaborativa, com base no princípio denominado Volunteered Geographic Information (VGI), ou seja, informação geográfica voluntária, conta a geógrafa. A página é hospedada no serviço Crowdmap, que abriga mapas sem a necessidade da instalação em servidores, bastando apenas customizar o site.
 
Ao acessar a página, o usuário visualiza um mapa da cidade de São Paulo, com marcações dos pontos de alagamento. Ele também pode consultar uma lista com os relatos de inundações, incluindo indicação de endereço, data e horário, aponta Eliane. São disponibilizadas ainda informações fornecidas pelos órgãos oficiais, como o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura de São Paulo, e sites de notícias.
 
A pessoa que quiser colaborar pode enviar um relato de alagamento, preenchendo um formulário, e também mandar fotos e vídeos. A descrição dos eventos é padronizada, de acordo com os padrões do CGE, conta a pesquisadora. O site possui um sistema que indica no mapa se a rua está intransitável, transitável ou se a água já escoou, entre outras categorias.
 
Os usuários cadastrados também podem receber alertas de alagamento, bastando informar seu endereço. Uma vez cadastrado, ele receberá os informes sobre alagamentos acontecidos em um raio que pode ser de 5 a 100 quilômetros de distância do local informado, ressalta Eliane. O acesso ao site pode ser feito pela internet, e também por telefone celular, iPhone ou Android, por intermédio de um aplicativo disponibilizado aos usuários no site do projeto.
 
Pela internet, é possível entrar com o nome da rua e marcar manualmente no mapa o ponto de alagamento, afirma a geógrafa. Quando a informação é passada por celular ou aparelhos móveis, o ponto é inserido automaticamente por meio do sistema de localização do celular, baseado em GPS.
A pesquisa está sendo desenvolvida no Laboratório de Geoprocessamento (LabGEO) do Departamento de Engenharia de Transportes (PTR) da Poli, com orientação dos professores Ana Paula Camargo Larocca, José Alberto Quintanilha e Mariana Abrantes Giannotti. O estudo conta com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
 
O site está disponível no endereço http://pontosdealagamento.crowdmap.com/ e já aceita informações de colaboradores. Eliane atua como administradora e atualmente tem colocado no mapa da cidade os pontos de alagamento informados no site do CGE. Na medida em que os usuários acessarem, eles também poderão fornecer dados e colaborar com a atualização do mapeamento, diz. Além disso, para quem puder colaborar com a pesquisa, está a disposição um questionário rápido, para que o sistema possa ser aperfeiçoado.
 
Mais informações: li_hirata@yahoo.com.br, com Eliane Hirata, larocca.ana@usp.br, com a professora Ana Paula Larocca, marianagiannotti@gmail.com, com a professora Mariana Gianotti.
 
Fonte: Salário Mínimo.

Fibria apresenta pesquisa em geotecnologia

A área de Cadastro e Geoprocessamento da Fibria, em parceria com a área de Meio Ambiente Florestal, vem aperfeiçoando seus estudos e pesquisas em monitoramento de suas áreas. Prova disso é o artigo sobre o Monitoramento multitemporal em áreas de conservação – Estudo de Caso: Projeto Major Vicente, apresentado no 4° Simpósio de Geotecnologias no Pantanal – GeoPantanal, no final de outubro em Bonito/MS.
 
O objetivo do congresso foi promover o encontro de profissionais das comunidades acadêmico-científicas e de estudantes interessados no uso de geotecnologias para estudos no Pantanal, incluindo-se a regiões do entorno delimitadas pela bacia do alto rio Paraguai.
 
O evento também abriu a oportunidade para trabalhos de desenvolvimento metodológico que, de alguma forma, possam ser aplicados ao Pantanal. Neste âmbito, a Fibria colaborou com o artigo em painel, exemplificando como é realizado o monitoramento de suas áreas de conservação, incluindo Áreas de Preservação Permanente – APPs e Reservas Legais – RLs. O artigo foi elaborado por Dennis Bernardi, Renato Cipriano Rocha e Fabio Henrique de Almeida, todos da Fibria, sendo apresentado pelo último, que é analista de Sistemas de Informações Geográficas em Três Lagoas.
 
Para o analista, o congresso foi uma oportunidade de divulgar e discutir informações entre os níveis de conhecimento prático e de pesquisa básica, visando a sustentabilidade. “A aproximação de empresas privadas, como a Fibria, no meio acadêmico-científico proporciona a oportunidade de absorção de novas geotecnologias para nosso negócio e vem reafirmar que estamos no caminho correto no monitoramento de nossas áreas”, disse Fabio.
 
O palestrante doutor Edson Luís Piroli (UNESP) destacou em sua apresentação a importância das imagens de alta resolução espacial para o mapeamento da dinâmica do uso da terra e enfatizou que a tendência do Governo é direcionar-se ao uso de tais imagens para gestão de recursos em geral. “Como Fibria, isso nos deixa bastante satisfeitos, pois estamos em constante melhorias no que diz respeito a imagens de alta resolução e suas aplicações”, completou Fabio.
 
Fonte: Hoje MS.

FUNEDI-UEMG cria o Plano Diretor para mapear as demandas de Divinópolis

Acompanhe, nesta reportagem, mais um informativo do Plano Diretor. O trabalho que tem a proposta de mapear as demandas da cidade e onde e como aplicar as políticas públicas.







Fonte: Sistema MPA.