quarta-feira, 29 de maio de 2013

Previsão do tempo para o feriado (30/05/13)


Devido a passagem de uma frente fria pelo Estado de SP e  litoral do Sudeste, são esperadas pancadas de chuvas em todo o centro-sul de MG entre a quinta e sexta feira.

Já no final de semana essas áreas de instabilidade perdem força e o sol volta a predominar na maior parte de MG, inclusive na RMBH que deverá ter um final de semana sem chuvas.

Os litorais de RJ e ES seguem a mesma tendência, com tempo mais fechado na quinta e sexta e predomínio de sol no final de semana.


Fonte: ClimAgora

Países do Brics deverão crescer em média 4,3% em 2013


De acordo com o relatório da OCDE, a China lidera a lista dos países emergentes no que se refere ao crescimento econômico, registrando 7,8% este ano

Os líderes da Índia, Manmohan Singh; China, Xi Jinping; África do Sul, Jacob Zuma; Brasil, Dilma Rousseff; e Rússia, Vladimir Putin, em reunião dos BRICs na África do Sul

Brasília – O Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul, que integram o grupo denominado Brics, e os países emergentes deverão crescer, em média, 4,3% até dezembro, com previsão de elevação para 5,3% em 2014.

A estimativa é do estudo Economic Outlook, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), divulgado hoje (29), em Paris, na França.

De acordo com o relatório, a China lidera a lista dos países emergentes no que se refere ao crescimento econômico, registrando 7,8% este ano e com possibilidade de chegar a 8,4% em 2014.

Depois, vem a Índia, com crescimento de 5,7%, em 2013, e 6,6% no próximo ano. O Brasil registra crescimento de 2,9%, em 2013, e 3,5% em 2014. A Rússia deve registrar crescimento de 2,3% ao longo do ano e 3,6% para 2014.

A África do Sul deverá ter um crescimento econômico de 2,8%, até dezembro, e 4,3% no próximo ano.

Pelo estudo, as estimativas de crescimento mais modestas são da Rússia, do Brasil e da África do Sul, em torno dos 3% neste e no próximo ano.

Já a China deve ultrapassar os Estados Unidos e passar a ser a maior economia do mundo, nos próximos anos, enquanto a Índia deverá ser ultrapassada pelo Japão.

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

Fonte: Exame

DIA DO GEÓGRAFO - 29 DE MAIO



Geógrafo é o profissional cuja área de estudo é a interação entre a natureza e a sociedade. Este profissional possui habilitação para trabalhar com estudos ambientais, planejamento regional, mapeamentos e diversas outras atribuições além de lecionar Geografia. Embora sejam habilitações e atribuições profissionais distintas, a Geografia é uma só.

Os Geógrafos são historicamente conhecidos como profissionais ou cientistas que elaboram mapas que mais especificamente é a área de estudo chamada de cartografia, um dos temas da Geografia, assim como a climatologia e a geomorfologia. Os estudos de um Geógrafo não são apenas os detalhes físicos do ambiente, mas também seus impactos sobre as pessoas e sobre a natureza, percorrendo a ecologia, o tempo e os climas padrões de cada localização, sem contar a economia e também a cultura. Esses estudos são muitas vezes especialmente centrados nas relações entre estes elementos.

Os Geógrafos identificam, analisam e interpretam a distribuição e disposição das formas e de outras características da superfície terrestre. Os mais modernos geógrafos estão frequentemente envolvidos na resolução de problemas ambientais (aquecimento global, por exemplo). Eles também vêm sendo os principais profissionais em sistemas de informação geográfica e cartográfica. O mercado de trabalho está em crescimento para os Geógrafos em função da crescente preocupação da sociedade com o meio ambiente. As transformações ambientais despertaram a sociedade para a necessidade planejamento de sua atuação sobre o meio em que vive. Deslizamentos de terra, enchentes, esgotamentos de recursos, poluição das águas e do ar são preocupações da sociedade atual. O Geógrafo é um dos profissionais que trabalha para solucionar essas questões e planejar a melhor ocupação do espaço pelo homem.

História
Os chineses foram os primeiros geógrafos dos quais se tem notícia. O primeiro compêndio geográfico da China foi elaborado no século IV a.C. e uma enciclopédia geográfica chinesa de 200 capítulos data de 993 d.C.

Dos radicais gregos "geo" e "graphos", que significam terra e escrever, surgiu a palavra Geografia. Ela se define como uma ciência que abrange o estudo da superfície da Terra, a fim de descrever e analisar os fenômenos físicos, biológicos e humanos que acontecem na superfície do nosso planeta. Esta superfície apresenta quantidades equilibradas de minerais, água, diversos solos, vida animal e vegetal, além de uma infinidade de detalhes que mudam com o tempo. A relação entre esses diferentes componentes da superfície é o objeto de estudo da Geografia.

A Geografia é uma das mais antigas disciplinas acadêmicas e, inicialmente, foi chamada de história natural ou filosofia natural. Teve seu início na Grécia antiga, terra de origem da filosofia e das ciências humanas. Porém, este estudo não teve muita importância até o seu ressurgimento, durante o Renascimento e com os grandes exploradores dos séculos XIV e XV. Desde então, a Geografia foi se desenvolvendo até se tornar uma especialidade.

No Brasil, a Geografia só passou a ser matéria das Instituições de Ensino Superior após a Revolução de 30. Nesta ocasião, foram criados os cursos superiores de Geografia e História, nas faculdades de Filosofia e também nos cursos de Administração e Finanças. Atualmente, a Geografia é uma ciência e um instrumento de extrema importância para toda a sociedade.


A dinâmica e complexidade do mundo moderno, exigem pleno reconhecimento dos espaços físicos ocupados pelo homem e como a sua atuação influi na mudança das paisagens. Milton Santos, um dos geógrafos de mais expressividade no Brasil, define a importância dessa ciência em poucas palavras: "O papel da Geografia é explicar as relações que se estabelecem, ao longo da História, entre a Humanidade e o Planeta e a constituição das paisagens e espaços resultantes".


Fonte: Portal São Francisco

Previsão do tempo para o feriado de Corpus Christi


Nessa quarta e quinta feira ainda predomina no Sudeste, particularmente em SP, RJ e centro-sul de MG muitas áreas de instabilidade que proporcionam pancadas de chuvas. No ES e em todo o norte de MG o sol predomina. Temperaturas seguem amenas.  Áreas de instabilidade proporcionam pancadas de chuvas em praticamente toda a Região Norte do País. No Nordeste o tempo fica bom em todos os Estados. No sul também segue tempo instável. A tendência é que o tempo melhore no Sudeste durante o final de semana. O sol volta a predominar no sábado e domingo.



Minas Gerais terá uma quarta e quinta com pancadas de chuvas no Sul, Triângulo, Zona da Mata e faixa Central. Nas outras regiões o sol predomina.  A RMBH segue céu parcialmente nublado e possibilidade chuva moderada durante o período.  Temperaturas seguem amenas e estáveis (máxima de 26°C e mínima de 15°C na RMBH). O tempo melhora bastante para o final de semana. Sol e tempo firme durante o sábado e o domingo.

Fonte: ClimAgora

terça-feira, 28 de maio de 2013

Aracaju reúne 1.500 gestores com o objetivo de buscar uma agenda de desenvolvimento mais inclusiva e sustentável


Pelo menos 1.500 gestores municipais participam da 23ª edição do Encontro Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente, que começou nesta segunda-feira (27/05) e segue até a próxima quarta-feira. O evento, promovido pela Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente (Anamma) acontece em Aracaju, cidade detentora do título de capital do desenvolvimento sustentável do Brasil, por registrar o menor índice de desigualdade social do Nordeste, com de staque para suas políticas de gestão ambiental.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse, na abertura do evento, que não é suficiente lidar com as questões ambientais apenas no âmbito do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama): “Temos de buscar uma agenda de desenvolvimento mais inclusiva e sustentável, colocando as questões do ser humana no centro das discussões para erradicar a miséria, a pobreza, tema que deve ser uma prioridade do desenvolvimento sustentável”.

EMERGÊNCIA

Izabella Teixeira lembrou que os problemas das cidades são emergenciais e precisam ser discutidos, para se propor soluções de longo prazo. Segundo ela, é importante melhorar e explicitar os processos de decisões, promovendo descentralização e desconcentração dos caminhos do diálogo, trazendo a sociedade para participar dos debates ambientais. “As soluções inovadoras passam e passarão pela administração municipal”, salientou.

O governador em exercício Jackson Barreto lembrou que o tema, por sua importância, está na pauta do dia. “Esse debate permitirá aprofundarmos, cada vez mais, as políticas voltadas ao meio ambiente, pois estamos aqui preparando nosso povo para o futuro”, assegurou. A Anamma representa os municípios, no campo ambiental, junto ao Sisnama e atua na implantação de políticas públicas ambientais, promovendo a cooperação e o intercâmbio entre os municípios, visando à troca de opiniões técnica e experiências profissionais.

De acordo com o presidente da entidade, Mauro Buarque, há necessidade de pautar uma agenda tripartite entre municípios, estados e União para criar consensos políticos mínimos ensejando construir uma agenda ambiental a ser perseguida na próxima gestão da Anamma, que completa 25 anos de criação. “Os desafios para a gestão pública do meio ambiente são imensos”, lembrou. “Prefeitos e secretários municipais de Meio Ambiente estão materializando uma política estadual para dar mais longevidade a esta iniciativa, sobrevivendo às gestões atuais”.

O secretário de Meio Ambiente do Estado, Genival Nunes, lembrou que o papel da Anamma é fundamental para que o Sisnama possa, efetivamente, funcionar. O presidente da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), Hélio Gurgel, disse que as alianças estratégicas estão dando certo, resultando em ganhos e avanços para a política ambiental.

Fonte: MMA

Empresários defendem uso de energia eólica no Brasil


Recentemente, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) excluiu o setor eólico do leilão para contratação de energia para 2018 (A-5)

 Empresários e representantes de entidades defenderam o potencial e a capacidade da energia eólica em atender à demanda brasileira, durante o evento Brasil Wind Energy Conference(BWEC)

São Paulo - Empresários e representantes de entidades defenderam o potencial e a capacidade da energia eólica em atender à demanda brasileira, durante o evento Brasil Wind Energy Conference(BWEC), que ocorre nesta segunda-feira, 27, em São Paulo.

Patrocinado pelo governo da Bahia, Estado que tem US$ 10 bilhões em investimentos no setor, de acordo com o secretário da Indústria, Comércio e Mineração do Estado da Bahia, James Silva Santos Correia, o BWEC também serviu de cenário para críticas à mudança de postura do governo federal.

Recentemente, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) excluiu o setor eólico do leilão para contratação de energia para 2018 (A-5), restringiu a participação nos leilões para 2016 (A-3) e de reserva a apenas projetos com garantia de interligação à malha de transmissão.

"Desenvolvemos exatamente o modelo competitivo que a presidente Dilma pediu. Podemos mostrar que a eólica está no caminho certo", defendeu o secretário, acrescentando que o setor seria afetado por "atitudes burocráticas".

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Renova Energia, Pedro Pileggi, afirma que o leilão A-3 servirá para esclarecer se há ou não uma suposta predileção por alguma fonte energética específica. "Todos participarão e a escolha deve ser pelo mais competitivo", avaliou. Sobre o leilão de reserva, Pileggi afirmou que deve-se considerar uma queda na demanda, o que poderia exercer pressão sobre preços.

A exigência por redes de transmissão, um dos principais gargalos nos projetos eólicos do Nordeste, por exemplo, deve reduzir a oferta de 14 mil MW (dados do leilão A-5 do ano passado para cerca de 3 mil MW).

Apesar disso, a presidente executiva da Abeeólica, Elbia Melo, defende a EPE que "está correta em diversificar as fontes para manter a segurança energética do País".

No entanto, Elbia pondera que, por conta desse contexto, este ano será crucial para o setor. "Estamos em uma fase de transição, que será decisiva. Diante dessa queda de demanda, fabricantes terão que decidir se ficarão no Brasil ou não", avalia.

Elbia também cita as mudanças nas regras da linha Finame, do BNDES, que estão mais rígidas, e a elevação do patamar de 50% das reservas provadas (conhecido como P50) para 90% (P90) . "Com todas essas mudanças que ocorreram, o setor precisa de um sinal de demanda. Dêem-nos um mercado que mostramos o que somos capazes de fazer", afirmou.

Fonte: Exame

Balança tem superávit de US$ 461 milhões


No mês, o saldo acumulado segue positivo em US$ 1,518 bilhão

Dólares: o comércio de manufaturados recuou 3,8%, em função de automóveis de passageiros, açúcar refinado, veículos de carga, óleos combustíveis e polímeros plásticos.

Brasília – A balança comercial voltou a apresentar superávit na quarta semana de maio. Do dia 20 a 26, o saldo positivo foi US$ 461 milhões. Na semana anterior ficou deficitária em US$ 47 milhões, após dois resultados semanais positivos. O superávit semanal é resultado de US$ 5,198 bilhões em exportações e US$ 4,737 bilhões em importações. No mês, o saldo acumulado segue positivo em US$ 1,518 bilhão.

No ano, há resultado negativo acumulado de US$ 4,634 bilhões. Os números foram divulgados hoje (27) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A média diária das exportações na quarta semana ficou em US$ 1,04 bilhão, 1,8% inferior à da terceira semana. As vendas de semimanufaturados como açúcar bruto, celulose, óleo de soja, apresentaram crescimento de 50,4%. As vendas externas de produtos básicos apresentaram recuo de 11,5%, em função, principalmente, da soja em grão, minério de ferro, farelo de soja, carne bovina e fumo em folhas.

O comércio de manufaturados recuou 3,8%, em função de automóveis de passageiros, açúcar refinado, veículos de carga, óleos combustíveis e polímeros plásticos. No resultado mensal, a média acumulada das exportações até a semana passada foi US$ 1,053 bilhão, queda de 0,2% com relação à registrada em maio do ano passado. O principal recuo foi na venda de semimanufaturados, com destaque para ferro fundido, óleo de soja e ouro.

As importações caíram 2,4% na semana passada ante a retrasada segundo, o critério da média diária, principalmente pela retração nos gastos com equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, químicos orgânicos e inorgânicos. No mês, a média diária importada até a quarta semana foi US$ 964,1 milhões, 4,7% acima da média de maio de 2012, que foi US$ 920,6 milhões. Segundo o ministério, no período cresceram os gastos com adubos e fertilizantes (51,4%), aparelhos eletroeletrônicos (17,7%), instrumentos de ótica e precisão (12,3%), químicos orgânicos e inorgânicos (9,8%) e automóveis e partes (6,8%).

De acordo com o ministério, a balança comercial deverá encerrar 2013 superavitária, com exportações em patamar elevado. No entanto, desde o início do ano, a balança apresentou um único superávit mensal de US$ 162 milhões, em março. O resultado dos meses restantes foi deficitário.

Fonte: Exame

Previsão do tempo para terça-feira (28/05/13)


Nessa terça feira ainda predomina no Sudeste, particularmente em SP e RJ, muitas áreas de instabilidade que proporcionam pancadas de chuvas. No ES e em todo o centro-norte de MG o sol predomina. Temperaturas seguem amenas.  Áreas de instabilidade proporcionam pancadas de chuvas em praticamente toda a Região Norte do País. No Nordeste ocorrem chuvas localizadas no litoral, mas o sol predomina. No sul também segue tempo instável.



Minas Gerais terá uma terça e quarta com pancadas de chuvas no Sul, Triângulo, Zona da Mata e faixa Central. Nas outras regiões o sol predomina.  A RMBH segue céu parcialmente nublado e possibilidade chuva moderada durante a tarde e noite.  Temperaturas seguem amenas e estáveis (máxima de 26°C e mínima de 15°C na RMBH).

Fonte: ClimAgora

segunda-feira, 27 de maio de 2013

EUA usam padrões OGC em seu plano civil de observação da Terra


Os padrões do Consórcio Geoespacial Aberto (OGC em inglês) constam em um documento elaborado pelo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (NSTC em inglês) dos Estados Unidos, chamado “Estratégia Nacional para Observação Civil da Terra“.

O padrão recentemente lançado pelo OGC, denominado “OGC WaterML 2.0″, foi aprovado pelo governo federal dos Estados Unidos como um componente oficial para estratégia de observação Civil da Terra. O documento identifica 12 “áreas de benifícios sociais” para a coleta de informações, sendo uma delas a água.

Além disso, o relatório revela que o documento “WaterML: Water Markup Language (ML)“, é uma iniciativa de informática da CENRS (Comitê sobre o Meio Ambiente, Recursos Naturais e sustentabilidade), que fala sobre a disponibilidade e qualidade da água fornecida, que é de maneira sistemática.
Serviços web do OGC também foram citados no documento do NSTC, incluindo os padrões Web Map Service (WMS), Web Feature Service (WFS) e Web Coverage Service (WCS), junto à parte de gerenciamento de dados.

O Grupo de Observação da Terra (USGEO) do NSTC foi quem preparou o documento, e destacou a importância da utilização de serviços e padrões para promover a interoperabilidade e permitir o acesso contínuo aos dados e serviços da USGEO.

Através da USGEO, os Estados Unidos são um membro fundador e um contribuidor importante para o Grupo Intergovernamental de Observação da Terra (GEO em inglês). O grupo, composto por 88 países, juntamente com a Comissão Europeia, está desenvolvendo o Sistema de Observação Global da Terra (GEOSS). Liderado pelo OGC, através do Architecture Implementation Pilot (AIP), o GEOSS é um conjunto de acordos que visa interligar os sistemas de observação existentes e previstos em todo o mundo.

Fonte: MundoGeo

Único satélite do Equador colide em órbita com foguete russo


O primeiro satélite do Equador, lançado em órbita no dia 25 de abril passado pela China, colidiu com restos de um antigo foguete russo, porém não se sabe ao certo se ele foi danificado, segundo autoridades do país.

De acordo com o Centro Conjunto de Operações Espaciais dos Estados Unidos, que monitoram todos os objetos artificiais na órbita terrestre, não houve uma colisão frontal, mas “os danos indicaram uma colisão lateral com partículas do foguete da era soviética”.

Ronnie Nader, diretor da Agência Espacial Civil Equatoriana, declarou em sua página na rede social Twitter: “O Pegasus pode ter sido danificado ou ficado fora de controle, mas, como ainda está em órbita, temos esperança”.

“O Equador ainda tem seu satélite, as pessoas ainda têm o Pegasus”, escreveu ele, afirmando que poderia levar até 48 horas para avaliar os danos.

O nanosatélite, de 1,2 quilos, estava a uma órbita de 404 milhas de distância da Terra, e havia enviado pela primeira vez para a sua base em Terra um vídeo com imagens da superfície do planeta. O Equador planeja lançar outro equipamento semelhante em julho, desta vez com apoio da Rússia, provavelmente a partir do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, que é arrendado pela Agência Espacial da Rússia (Roskosmos).

Fonte: MundoGeo

DIA DO GEÓGRAFO - APROGEO


Este evento da APROGEO acontecerá no auditório do CREA- MG e irá discutir os rumos dessa profissão...

Inscrições: 




MMA destaca participação dos governos estaduais para a implantação do cadastro rural


Representantes da sociedade civil lançaram, na manhã desta sexta-feira (24/05), no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), a campanha “Cumpra-se”, para acompanhar a implantação do novo Código Florestal, instituído pela Lei 12.651, de 25 de maio de 2012. A campanha, liderada pela Fundação SOS Mata Atlântica, e lançada durante o evento Viva a Mata 2013, é um convite ao grande público para participar de ações de proteção ao meio ambiente e fiscalização da implantação da nova legislação florestal.

O secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Cabral, participou do lançamento da campanha e de painel sobre aplicação do Código Florestal e seus instrumentos, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Explicou que a legislação já vem sendo cumprida desde o lançamento do Decreto 7.830, de 17 de outubro de 2012, que estabeleceu o CAR e o Programa de Regularização Ambiental (PRA), ambos previstos para serem lançados oficialmente pelo governo federal nos próximos dias por instrução normativa assinada pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

BANCO DE DADOS

“Com mais essas regulamentações que estarão saindo nos próximos dias, será possível gerenciar os passivos ambientais dos imóveis rurais de todo o território nacional, além de promover a recuperação de áreas degradadas”, disse Cabral. O Cadastro Ambiental Rural irá reunir informações de propriedades rurais em um único banco de dados nacional, o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR). Após o lançamento oficial, o cadastro será obrigatório a todos os imóveis e o produtor terá 1 ano, prorrogável por outro ano, para fazê-lo. Já o Programa de Regularização Ambiental (PRA) irá apoiar projetos de adequação ambiental e recomposição de áreas degradadas.

Cabral destacou, ainda, o papel dos estados na aplicação do Novo Código Florestal. “Todos os estados são parceiros do MMA na implantação do CAR”, argumentou. “Sem a participação dos órgãos estaduais de meio ambiente não seria possível chegar em todas as regiões”. Ele acrescentou que o Ministério do Meio Ambiente está cedendo toda a tecnologia disponível para auxiliar o processo de cadastro nos estados, como imagens de satélite em alta resolução e treinamentos, possibilitando, assim, que o maior número de produtores rurais tenha acesso ao CAR.

Fonte: MMA

Regras para o Cadastro Ambiental Rural devem ser publicadas até dia 28



Brasília - Mais de 5 milhões de imóveis rurais começam a ser cadastrados na próxima semana. Os produtores agrícolas e os pecuaristas brasileiros só aguardam a regulamentação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), que será coordenado pelo governo federal por meio de um sistema nacional. De acordo com o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Guilherme Cabral, as novas regras devem ser publicadas até quarta-feira (28).

O registro das propriedades se tornou uma obrigação desde que o novo Código Florestal passou a valer, em 25 de maio do ano passado. A lei não definia prazo para que o cadastro fosse regulamentado mas, várias obrigações previstas no código dependem do cadastro para existir. A principal delas é o Programa de Recuperação Ambiental (PRA), que vai definir compromissos para os proprietários que terão que manter, recuperar ou recompor as áreas de preservação permanente, de reserva legal e de uso restrito do imóvel rural ou compensar áreas de reserva legal.

“O Cadastro Ambiental Rural é obrigatório, mas o Programa de Recuperação Ambiental é livre de adesão. Quem pode buscar essa adesão são os produtores que foram, em algum momento, autuados ou que tenham passivo ambiental e ausência de área de preservação permanente e reserva legal e precisa recuperar essas áreas. Na prática, o diagnóstico mais próximo da realidade é o cadastro”, disse o secretário. Até agora, o ministério trabalha com previsões que indicam entre 20 a 40 milhões de hectares nesta situação.

Estimativas divulgadas pelo Ministério da Agricultura apontam que mais de 4 milhões das 5,1 milhões de propriedades rurais distribuídas no país têm alguma pendência ambiental. A incerteza sobre os dados abriu espaço para que organizações não governamentais engrossassem as críticas e incertezas sobre as estratégias adotadas pelo governo para colocar o Código Florestal em prática.

Considerando que a lei determina um prazo de dois anos para o cadastramento, os movimentos sociais ligados ao meio ambiente alertaram, durante toda a semana, que seria necessário fazer pelo menos 12 mil registros por dia para alcançar a meta.

“Se a gente andar no ritmo que está, levaremos anos para concluir o cadastro desses imóveis e a recuperação ambiental depende desse instrumento”, disse Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica.

Nos 17 estados que abrangem o bioma Mata Atlântica, a organização não governamental já conseguiu criar 13 grupos de acompanhamento do novo código. Tanto representantes dos governos locais quanto organizações civis se reúnem para monitorar tudo o que está sendo feito em uma determinada região. A proposta é tentar apontar soluções para as dificuldades que podem surgir em cada estado que, segundo Mantovani, tem características muito particulares.

Mais de 4,3 milhões dos imóveis rurais a serem cadastrados são de agricultores familiares, que receberam um tratamento diferenciado pela nova lei, com o decreto presidencial que cobriu as lacunas deixadas com os vetos feitos pela presidenta Dilma Rousseff ao Código Florestal aprovado por deputados e senadores, as faixas de recomposição de áreas de preservação permanentes (APPs). Proprietários de imóveis de até 1 módulo fiscal deverão recompor faixa de mata de 5 metros de largura. Em propriedades com 1 a 2 módulos fiscais, os produtores terão que recompor 8 metros de mata ao longo dos rios e os donos de terras com dois a quatro módulos fiscais terão que recompor 15 metros da vegetação ciliar. As propriedades com quatro a 10 módulos terão que ter recomposição de 20 metros da mata.

A recomposição de reserva legal – área de uma propriedade que representa o ambiente natural da região que pode ser usada de forma sustentável – tem que ser concluída em até 20 anos. No período, os proprietários têm de recompor pelo menos 10% do total da área a cada dois anos.

Paulo Guilherme Cabral lembrou que o governo tem adotado estratégias para agilizar o cadastro que vai permitir essas recuperações. O ministério do Meio Ambiente comprou imagens de satélite em alta resolução de todo o território nacional que foram entregues para os estados, assim que assinaram o Acordos de Cooperação Técnica com o governo para implantar o cadastro. O estado da Bahia foi o último a aderir ao acordo. Para minimizar as dúvidas sobre o cadastramento, várias organizações se propuseram a contribuir nos estados, como a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, Federação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Contag) e Organização das Cooperativas (OCB).

Gilman Viana, presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da CNA, explicou que as federações de trabalhadores nos estados se comprometeram a ajudar no preenchimento do cadastro. Viana disse que o governo está mantendo o calendário e que a vantagem do novo código sobre a lei anterior é justamente a informação. “A lei anterior tinha sanções inaplicáveis e agora está havendo mais conhecimento e debate e isso está amenizando as inseguranças para o setor produtivo. O assunto é pesado e vai dar trabalho para os proprietários, mas as regras estão mais bem definidas”, avaliou.

Fonte: Agência Brasil

Previsão do tempo para esta segunda-feira (27/05/13)


Nessa segunda feira ainda predomina no Sudeste, particularmente em SP e RJ, muitas áreas de instabilidade que proporcionam pancadas de chuvas. No ES e em todo o centro-norte de MG o sol predomina. Temperaturas seguem amenas.  Áreas de instabilidade proporcionam pancadas de chuvas em praticamente toda a Região Norte do País. No Nordeste ocorrem chuvas localizadas no litoral, mas o sol predomina. No sul também segue tempo instável.


Minas Gerais terá uma segunda com pancadas de chuvas no Sul e Zona da Mata. Nas outras regiões o sol predomina.  A RMBH segue céu parcialmente nublado e possibilidade remota de chuviscos durante a noite.  Temperaturas seguem amenas e estáveis (máxima de 26°C e mínima de 15°C na RMBH).

Fonte: ClimAgora

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Campo de Libra pode ser a maior descoberta do país, diz ANP


"O dado novo mostra que Libra é muito grande, muito maior do que tínhamos até agora em mãos", disse a diretora-geral da agência


ANP: os leilões do pré-sal devem ser mais frequentes, podendo acontecer em 2015 ou 2016

Rio de Janeiro - A diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), anunciou nesta quinta-feira, 23, que o campo de Libra pode ser a maior descoberta já feita no Brasil.

A afirmação se baseia em dados que a agência tem até o momento, e podem mudar quando forem feitas mais perfurações no local. "O dado novo mostra que Libra é muito grande, muito maior do que tínhamos até agora em mãos", disse. "É grandiosa."

Em 2010, uma consultoria havia feito uma estimativa de até 15 bilhões de barris recuperáveis. O volume foi posteriormente reduzido significativamente pela ANP, diante de novos dados.

Com a perfuração do poço e dados de sísmica 3D, o volume foi novamente elevado, para entre 8 bilhões a 12 bilhões de barris. O maior campo produtor no Brasil, de Marlim, tem 2 bilhões de barris de petróleo recuperáveis.

Magda lembra que a Petrobras terá que participar como operadora de 30% de Libra, mesmo que não faça parte do consórcio vencedor. A Petrobras vai ter que acompanhar o maior valor ofertado em bônus de assinatura. Os leilões do pré-sal devem ser mais frequentes, podendo acontecer em 2015 ou 2016.

Segundo Magda, "dada a importância do leilão" do pré-sal, o governo decidiu antecipar a previsão de realização da licitação para outubro, quando seria realizada a oferta para campos de gás.

Já o leilão de gás, inicialmente marcado para outubro, foi trocado pela previsão para o pré-sal, em novembro. O leilão contará com a presença da presidente Dilma Rousseff e ainda não tem data certa. O edital, segundo ela, deve ser publicado "em breve"

Libra será a única área ofertada. A ANP havia oferecido ao governo uma cesta de áreas que somavam estimativas de 40 bilhões in situ. Mas, diante dos novos dados de Libra, que pode ter, sozinha, todo o volume, o governo decidiu licitar apenas o prospecto.

Fonte: Exame

MMA reafirma meta de cadastrar dos mais de 5,2 milhões de imóveis rurais espalhados por todo o Brasil


O Estado da Bahia é o mais novo parceiro do Ministério do Meio Ambiente (mma) na implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Nesta quinta-feira (22/05), o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Paulo Guilherme Cabral, assinou, com o secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para implantação do CAR no estado. O documento prevê uma série de ações para regularização ambiental de imóveis rurais.

Para Cabral, a adesão reforça o compromisso do governo federal de cadastrar dos mais de 5,2 milhões de imóveis rurais espalhados por todo o Brasil, além de destacar a parceria estadual como ferramenta básica para realizar esses cadastros. “Como está previsto em Lei, o CAR deve ser feito preferencialmente pelos estados”, diz. Ele adiciona ainda que, como parte do acordo, o Ministério cedeu imagens de satélite em alta resolução de todo o território nacional, capacitação técnica e ações de divulgação em âmbito nacional.

INTEGRAÇÃO

“Já trabalhamos com um módulo de cadastro ambiental rural, elaborado por nós, desde dezembro de 2001”, explicou o secretário baiano. Segundo ele, o cadastro estadual já está integrado com o sistema federal, que é o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR), desenvolvido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), e cumpre todas as exigências necessárias previstas em Lei em relação às áreas de preservação permanente, reserva legal e remanescentes florestais.

Spengler detalha, ainda, que o sistema estadual, no ar desde 19 de novembro de 2012, já foi testado por inúmeros produtores e sofreu, ao longo desse tempo, uma série de modificações de acordo com as demandas daqueles que iam acessando. Ele ressalta, também a quantidade de área já cadastrada. “Hoje, temos mais de dois milhões de hectares cadastrados na Bahia, sendo a maioria no oeste do Estado, que agrega as maiores propriedades da região”. Destaca também que todos esses cadastros foram feitos de forma espontânea, sem nenhuma campanha, para ver como seria a aceitação entre os agricultores.

Spengler demonstra o interesse e vontade do estado de ampliar o número de cadastros ambientais. “A nossa estratégia é, a partir de uma série de convênios e parcerias, multiplicar o número de imóveis cadastrados com rapidez e eficácia”, acrescenta. E uma estratégia detalhada por ele é convênio firmado com uma rede de escolas, com alunos que receberão bolsa, para realizar o cadastro das suas próprias casas, localizadas em áreas rurais. “Com esse tipo de rede e consórcios municipais, estamos preparando uma série de convênios para ampliar parcerias e números de imóveis cadastrados”, afirma.

O CAR, desdobramento do novo Código Florestal, será lançado oficialmente nos próximos dias. O cadastro é o registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais, com o objetivo de integrar informações ambientais das propriedades rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento. Todos os dados serão integrados em um único sistema nacional, o SiCAR, desenvolvido e monitorado pelo Ibama.

Fonte: MMA

Boeing lança satélite da segunda geração do GPS


Com o lançamento do quarto satélite de GPS da segunda geração, a Boeing, juntamente com a Força Aérea dos Estados Unidos, continuam a modernizar o Sistema de Posicionamento Global utilizado por milhões de pessoas para navegação e posicionamento.

A segunda geração dos satélites de navegação GPS oferece melhor precisão e resistência a ruídos, bem como um sinal militar mais forte e com maior durabilidade.  A Boeing tem sido um grande desenvolvedor do GPS, desde o primeiro satélite do sistema lançado em 1978, até a elaboração de 41 dos 63 satélites de GPS que encontram-se em órbita até o momento.

O lançamento deste quarto satélite, que ocorreu no dia 15 de maio foi um sucesso, a bordo de um foguete Atlas V, que ocorreu na Costa Leste da Força Aérea, na Flórida. Este foi o primeiro lançamento de satélite de GPS da segunda geração em um Atlas V, e o primeiro sob o lançamento de suporte em On-Orbit, recebido pela Força Aérea no final de 2012.

A Boeing está no contrato para elaboração de 12 satélites de GPS da segunda geração. Os três primeiros satélites, que foram lançados em 2010, 2011 e 2012, já estão em operação. Dos oito satélites restantes, a Boeing vai finalizar três este ano, enquanto outros cinco estarão prontos para o lançamento, assim que necessário.

Fonte: MundoGeo

Previsão do tempo para este final de semana

Muitas áreas de instabilidade atuam no Sudeste devido a passagem de uma frente fria no litoral. Entre hoje a amanhã ainda se observa nebulosidade relativa e possibilidade de pancadas de chuvas fracas e ocasionais.


Nessa sexta e sábado ainda predomina no Sudeste muitas áreas de instabilidade provocadas pela passagem de frente fria. Entre hoje e amanhã ocorrem pancadas de chuvas em SP, RJ e em boa parte de MG e ES. No domingo a nebulosidade diminui e o tempo melhora bastante em todos os quatro Estados. Temperaturas seguem amenas.  Áreas de instabilidade proporcionam pancadas de chuvas em praticamente toda a Região Norte do País. No Nordeste ocorrem chuvas localizadas no litoral, mas o sol predomina. No sul também segue tempo instável.


Minas Gerais terá uma sexta e sábado com pancadas de chuvas no Sul, Zona da Mata, Triângulo, parte do Leste e na área central. No domingo o tempo melhora bastante e a nebulosidade diminui. 


A RMBH segue céu parcialmente nublado e possibilidade de chuva fraca a moderada durante os próximos dois dias. A  RMBH terá predomínio de sol a partir do sábado. Início de semana será de tempo firme e ensolarado. Temperaturas continuam amenas. Temperaturas estáveis (máxima de 26°C e mínima de 15°C na RMBH).





Fonte: ClimAgora

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Cade aprova rede de distribuição da Usiminas


O Cade determinou, porém o fim da cláusula de exclusividade, que exigia que os distribuidores da rede só poderiam comprar aços planos junto à Usiminas


Às 16h28, a ação preferencial da Usiminas caía 0,1 % na Bovespa, cotada a 8,94 reais. No mesmo instante, o Ibovespa recuava 0,29 %

São Paulo - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira a criação da Rede Usiminas de distribuição e beneficiamento de produtos siderúrgicos, mas determinou o fim da cláusula de exclusividade, que exigia que os distribuidores que fizessem parte da rede só poderiam comprar aços planos junto à Usiminas.

O fim da exclusividade deve se dar no prazo de 30 dias, segundo relatório do conselheiro Ricardo Ruiz, aprovado pelo plenário do Cade.

O acordo para formação da Rede Usiminas foi fechado em julho de 2010 e estipulava que as empresas que a ela se associassem só poderiam adquirir produtos da Usiminas.

Às 16h28, a ação preferencial da Usiminas caía 0,1 % na Bovespa, cotada a 8,94 reais. No mesmo instante, o Ibovespa recuava 0,29 %.

Fonte: Exame

Instituído há sete meses, CAR mobiliza setores do poder público para cumprimento do código florestal

A regularização ambiental decorrente do Código Florestal está em dia, de acordo com avaliação da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, feita na manhã desta quarta-feira (22/5), em Brasília, durante a 110ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). Izabella destacou, ainda, que uma comissão acompanhará a aplicação da lei.

A ministra afirmou que a instauração do Cadastro Ambiental Rural (CAR), instituído em outubro do ano passado, tem envolvido diversos segmentos do poder público. “Há uma grande envergadura política para que o Código (Florestal) seja cumprido”, avaliou. Izabella ressaltou a importância da participação da sociedade civil. “Iniciativas como a criação de observatórios políticos, das ONGs, são absolutamente legítimas, desejáveis e importantes para que o Código Florestal seja implantado”, exemplificou.

O CAR é obrigatório para os imóveis rurais de todo o país. Izabella explicou que, em apenas sete meses, o processo se encontra em estágio avançado. Além da compra das imagens de satélite com informações essenciais acerca dos terrenos, ela destacou a conclusão do sistema eletrônico pelo qual os proprietários das terras terão de enviar os formulários de regularização.

COMISSÃO

O Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Implementação do Código Florestal foi criado nesta quarta-feira (22/5), com a publicação da Portaria nº 173 no Diário Oficial da União. O objetivo da comissão é monitorar e avaliar sugestões em favor do processo de regulamentação do Código Florestal.

Coordenado pelo MMA, o grupo terá a participação de integrantes do governo, de associações e da sociedade civil. “A comissão tem o papel de acompanhar, subsidiar e fomentar diálogos”, explicou a ministra Izabella. “Tudo está sendo construído para acelerar e fazer cumprir a lei.”

PRAZO

O CAR pretende regularizar os mais de 5,2 milhões de imóveis rurais do país. Conforme o Decreto nº 7.830, de 17 de outubro de 2012, o cadastro será feito pela internet ou nos órgãos estaduais e municipais de meio ambiente. O prazo de adesão será de apenas um ano, renovável por mais um, a contar da publicação de lançamento do CAR, que ocorrerá por meio da edição de instrumento normativo do Ministério do Meio Ambiente.

Para entrar na legalidade, o produtor deverá indicar informações como a localização georreferenciada, o perímetro e as Áreas de Preservação Permanente (APP) dentro da propriedade. A partir daí, o CAR irá operar como uma base de dados com integração de informações ambientais das propriedades e posses rurais, com diversas aplicações, tanto para o controle do desmatamento quanto para planejamento ambiental e econômico dos imóveis.

Fonte: MMA

Brasil será a 5ª economia do mundo em 2016, diz Lula


De acordo com o ex-presidente, o País precisa se dar conta que se tornou um "país grande" no cenário internacional



"Quem imaginava o Brasil dirigindo a OMC (Organização Mundial do Comércio) e a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura)?", disse Lula

Brasília - O Brasil será, em 2016, a quinta economia do mundo, avaliou nesta quarta-feira o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na análise de Lula, que participou de um seminário sobre as relações entre o Brasil e a África na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, o País precisa se dar conta que se tornou um "país grande" no cenário internacional.

O crescimento econômico brasileiro, afirmou Lula, está ligado ao desenvolvimento social e políticas de integração dos mais pobres. Além do mais, diante de um maior protagonismo econômico, o País precisa se tornar um ator global. "Quem imaginava o Brasil dirigindo a OMC (Organização Mundial do Comércio) e a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura)?", disse o ex-presidente.

Especificamente sobre as nações vizinhas do Brasil, o ex-presidente Lula defendeu um crescimento econômico que inclua todos os países. "O Brasil não pode crescer sozinho e deixar os vizinhos pobres. Eles têm de crescer juntos", defendeu.

Fonte: Exame

Previsão do tempo para esta quinta-feira (23/05/13)


Nessa quinta  uma frente fria desloca-se pelo litoral do Sudeste proporcionando tempo instável e pancadas de chuvas em SP, RJ e centro-sul  de MG. Nas outras áreas do Sudeste o sol ainda predomina. Áreas de instabilidade proporcionam pancadas de chuvas em praticamente toda a Região Norte do País. No Nordeste ocorrem chuvas localizadas no litoral, mas o sol predomina. No sul também segue tempo instável.


Minas Gerais terá uma quinta  com pancadas de chuvas no Sul, Zona da Mata, Triângulo, parte do Leste e na área central. Apenas no Norte ainda ocorre predomínio de sol. A RMBH segue céu parcialmente nublado e possibilidade de chuva fraca a moderada durante o dia.  Temperaturas estáveis (máxima de 26°C e mínima de 16°C na RMBH).

Fonte: ClimAgora

quarta-feira, 22 de maio de 2013

ONGs vão monitorar regulamentação e implementação do Código Florestal


Brasília – Representantes de organizações não governamentais (ONGs) vão monitorar, a partir de hoje (21), a regulamentação e a implementação do Código Florestal no país. O grupo também pretende avaliar o desempenho dos estados na aplicação da nova lei, aprovada no ano passado. O acompanhamento das políticas será feito a partir de um observatório que foi apresentado hoje (21), em Brasília, por especialistas do Instituto de Pesquisas Ambientais da Amazônia (Ipam), do WWF-Brasil, do SOS Mata Atlântica, do Instituto Centro de Vida (ICV) e do Instituto Socioambiental (ISA), entre outras organizações.

“A implementação efetiva da lei com garantias de avanços só vai ocorrer se tiver uma mobilização informada da sociedade. Sem isso não temos como garantir que o Cadastro Ambiental Rural [CAR] e o Programa de Regularização Ambiental [PRA] não sejam apenas uma maquiagem verde”, explicou André Lima, advogado do Ipam.

Segundo Lima, a ferramenta estará disponível para qualquer pessoa interessada em acompanhar a implementação do código. Ele explicou aos integrantes da Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados que o observatório foi criado para identificar com mais clareza onde estão as dificuldades para tornar a lei prática e tentar apontar soluções para os problemas.

“Temos alguns gargalos observados hoje. Faltam recursos humanos nos órgãos ambientais estaduais e municipais. O governo federal não tem como cadastrar todas as propriedades e monitorar. Isso terá que ser descentralizado e a tecnologia utilizada hoje já mostra que trará problemas no futuro pelas limitações da resolução das imagens cartográficas”, disse.

Integrantes da organização não governamental The Nature Conservancy (TNC) disseram que a experiência acumulada ao longo de oito anos pela ONG pode contribuir com a meta de cadastramento dos imóveis rurais. Suelma Rosa, representante da TNC no Brasil, disse que a organização foi a primeira a implantar o CAR em grande escala no país. O projeto da TNC é voltado para municípios que compõem o arco do desmatamento na Amazônia, como São Félix do Xingu (PA), Paragominas (PA), Lucas de Rio Verde (MT) e cidades do oeste da Bahia.

‘É melhor que o governo leve mais tempo para se preparar melhor para essa implementação do que saia promovendo um CAR sem proposta. O cadastro é o meio e não o fim para a implementação de um projeto de recuperação ambiental”, disse, destacando que sem os elementos básicos de avaliação sobre o tamanho real de áreas e de quanto é preciso recuperar, o CAR não cumprirá sua função.

As ONGs, que encaminharam uma carta para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, ressaltando o interesse em participar do processo, destacaram que o observatório não será usado como plataforma política. De acordo com o grupo, a função será coletar, sistematizar e analisar informações. Além de apontar indicadores que mostram como está a implementação do CAR e do PRA em todas as regiões do país, o grupo quer identificar, nos estados, as dificuldades de regulamentação e cumprimento do novo Código Florestal.

Durante todo o dia, o grupo ficou reunido em um seminário de balanço sobre as medidas que foram adotadas até hoje. Pelos números divulgados pelas organizações, nenhum estado aprovou o Programa de Regularização Ambiental, cerca de 4,5 milhões de propriedades rurais ainda precisam ser registradas no Cadastro Ambiental Rural e o Artigo 41, que prevê incentivos econômicos para as propriedades rurais que não desmataram ilegalmente, ainda não foi regulamentado.

Os prazos ainda não expiraram e o governo sinalizou que as regulamentações estão em fase final de conclusão. Durante o evento, o ministro Herman Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça, disse que a lei foi aprovada com muita polêmica e divisão de posições e que agora é preciso que as autoridades se voltem para a implantação das regras para que a falta de uma regulamentação não esbarre em outras decisões, como a que o tribunal terá que tomar agora em relação aos produtores dispensados do Imposto Territorial Rural (ITR). 

O Código Florestal está em vigor desde o dia 25 de maio de 2012, depois de uma tramitação polêmica que dividiu posições no Congresso Nacional e provocou diversas críticas por parte de agricultores e ambientalistas.

Fonte: Agência Brasil

Secretário do MMA explica ações para regularização ambiental de imóveis rurais, redução do desmatamento e recuperação de áreas degradadas

Desafios e estratégias para implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) foram destacados pelo secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Guilherme Cabral, na manhã desta quarta-feira (21), em São Paulo (SP), durante o 2º Curso da Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) para Jornalistas, que se encerra nesta quarta (22). O curso, voltado para profissionais da área de comunicação, aborda temas ligados ao Novo Código Florestal e seus principais instrumentos, como o CAR, ação do MMA que busca a regularização ambiental de imóveis rurais, redução do desmatamento e recuperação de áreas degradadas.

Ao detalhar o que é o Cadastro Ambiental Rural e as políticas públicas para sua operacionalização, o secretário Paulo Guilherme destacou aos jornalistas a importância de divulgar a agenda, já que o Código Florestal levou ao grande público informações que sempre circularam no meio técnico. “Nunca houve um debate tão pontual em torno de assuntos como Reserva Legal e Áreas de Preservação Permanente para que, de fato, fossem criados instrumentos ambientais legais que garantissem a produção de alimentos aliada à conservação ambiental”. Segundo ele, o papel desses profissionais de comunicação é divulgar de forma adequada, clara e objetiva o que ficou definido pela Nova Lei Florestal.

DESAFIOS E ESTRATÉGIAS

Segundo o secretário, fazem parte das estratégias governamentais de implantação do CAR a recente aquisição de imagens de satélite em alta resolução de todo o território nacional, a assinatura de Acordos de Cooperação Técnica com outros órgãos do governo, entidades de classe e estados parceiros do MMA no processo de cadastramento de imóveis rurais, campanhas de divulgação e capacitação de técnicos nos órgãos estaduais de meio ambiente. “Também firmamos parcerias com bancos e fundos internacional e uma delas é com o Programa de Investimento Florestal (FIP), que está apoiando a implantação do CAR no Cerrado com U$ 49,9 milhões para os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Paraná”.

Como desafios, Cabral citou a quantidade de imóveis a ser cadastrada. “Como imóveis a serem inscritos nos próximos dois anos temos um total de 5.175 milhões de propriedades, sendo 4.367 milhões da agricultura familiar”. Também como desafios ele citou a regularização de assentamentos da reforma agrária, imóveis localizados em Unidades de Conservação e comunidades tradicionais, contratação de linhas de recursos para infraestrutura e logística (capacitação, instalação de balcões de atendimento, mutirões e serviços de suporte) e apoio a redes de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) específicas para agricultores familiares, além do apoio de sindicatos, cooperativas e entidades representativas capacitadas.

SAIBA MAIS

O CAR é o registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais, com a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento. Os benefícios da adesão ao programa são, além da comprovação da regularidade ambiental, segurança jurídica, suspensão de sanções e acesso à crédito.

O Cadastro Ambiental Rural foi regulamentado pelo Decreto nº 7.830, de outubro de 2012, e faz parte das ações previstas na Nova Lei Florestal. O seu lançamento em âmbito nacional ocorrerá até o início de junho, e o prazo para cadastrar os imóveis rurais será de dois anos, a partir da data do seu lançamento oficial.

Fonte: MMA