terça-feira, 18 de setembro de 2012

PREVISÃO DO TEMPO

Nessa 3ª e 4ª feira uma intensa massa de ar seco ainda predomina em todo o Brasil Central deixando o tempo firme e impedindo a formação de nuvens em praticamente todo o Sudeste e Centro-Oeste.
 
Possibilidade de chuvas isoladas apenas em alguns pontos do litoral Capixaba. Entretanto, uma frente fria se desloca pelo estado do Rio Grande do Sul mudando o tempo na região com fortes pancadas de chuvas. Sol e calor no Norte e Nordeste do Brasil, ocorrendo apenas pancadas isoladas nos litorais.
 
MG segue com tempo firme e predomínio de sol na maior parte do Estado nos próximos dois dias. 
 
A passagem de uma frente fria por SP deve mudar o tempo entre quinta e sexta feira dessa semana na faixa centro-sul de MG e em SP. BH e Região Metropolitana também segue com predomínio de sol e tempo seco.(máxima de 30°C e mínima de 18°C na RMBH).
 
ALERTA: A longa estiagem e o excesso de matéria seca disponível devem provocar condições favoráveis para ocorrência de dezenas de focos de queimada no Sudeste e Centro-Oeste do Brasil! Alerta também para os baixos índices de umidade relativa do ar na faixa centro-norte de MG, quando cuidados com a hidratação de idosos e crianças deve ser redobrado.

Proposta obriga fabricantes de GPS a atualizar mapas e itinerários

A Câmara analisa proposta que obriga os fornecedores de mapas para aparelhos de GPS a atualizar a cada dois anos, no mínimo, os dados fornecidos aos usuários. A medida está prevista no Projeto de Lei 3699/12, do deputado Paulo Feijó (PR-RJ).
 
Os aparelhos de GPS vendidos hoje, de forma geral, podem ser atualizados a qualquer momento, desde que o usuário pague por uma assinatura anual ou compre atualizações avulsas pela internet. O projeto não esclarece se a atualização será gratuita ou não.
 
O autor da proposta argumentou que novas ruas e estradas são construídas continuamente e que as vias atuais também passam por modificações constantes.
 
“É necessário, portanto, que os mapas dos sistemas de navegação sejam constantemente revisados, de modo a refletir todas essas alterações nas vias públicas. Uma informação desatualizada no sistema de navegação pode, por exemplo, levar o motorista a ingressar na contramão, gerando um grande risco de acidente”, disse.
Pela proposta, as atualizações de mapas deverão estar disponíveis pela internet. Todos os documentos deverão oferecer informações claras sobre a última data de sua atualização. As empresas que descumprirem a nova regra deverão pagar multa de R$ 10 mil.
 
Tramitação
A proposta, que tramita de forma conclusiva, será analisada pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Sonda Brasil.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

‘Rios voadores’ da Amazônia transportam água para o Brasil

Enquanto a seca causa estragos no mundo e cresce a inquietação com colheitas e reservas hídricas, o piloto e aventureiro anglo-suíço naturalizado brasileiro Gérard Moss mostra os “rios voadores” da Amazônia, cursos d’água atmosféricos que têm origem na floresta e alimentam as chuvas no Brasil e na América do Sul.

“As mudanças climáticas estão cobrando seu preço, os Estados Unidos vivem a pior seca em meio século, a Rússia sofre com a seca, na Índia há anos as monções não são regulares, e no Brasil parece que somos menos afetados porque temos a maior floresta tropical do mundo, que ajuda a regular o clima”, explica Moss, enquanto pilota seu monomotor com destino a Goiânia.

Durante o voo, Moss observa um indicador que mede a umidade do ar sobre o cerrado. Ele usa o medidor para localizar os “rios voadores”, nome dado às massas de vapor d’água que a Amazônia lança na atmosfera. “Pouca gente sabe que na Amazônia uma única árvore pode colocar na atmosfera mais de 1 mil l d’água em um dia, e que a selva amazônica consegue colocar mais água na atmosfera em um dia do que a transportada pelo rio mais caudaloso do mundo, o Amazonas”, explica.

Em expedições em avião e balão, Moss leva cinco anos demonstrando que a floresta amazônica não só limpa o ar do planeta, como garante umidade e chuvas para o Brasil e parte da América do Sul, uma região enorme produtora e exportadora de alimentos.

Os rios voadores, conta, partem da Amazônia até os Andes, que agem como barreira natural, e redirecionam as gigantescas massas de vapor principalmente rumo ao centro-oeste, o sudeste e o sul do Brasil, mas também para o norte de Argentina, Uruguai, Paraguai, Colômbia, e ainda para Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname. “O Peru recebe um pouco desta água, mas se não houvesse a cordilheira, certamente receberia tudo”, explica Moss.

Nascido na Inglaterra e criado na Suíça, entre Montreux e Vevey, o apaixonado piloto de 57 anos chegou ao Brasil nos anos 1980 para trabalhar na exportação de soja, e uma década depois mudou radicalmente de trabalho para se dedicar ao meio ambiente, ao lado da esposa Margi Moss, fotógrafa nascida no Quênia.

Ele ganhou fama em 2001, quando fez a primeira volta ao mundo em planador motorizado, uma aventura que durou 100 dias, durante os quais fazia transmissões ao vivo, todos os domingos, para a televisão brasileira. Em 2003, o casal embarcou em um pequeno hidroavião com o qual coletou durante um ano mais de mil amostras dos rios e lagos mais remotos do país, que possui 12% das reservas de água doce do planeta.

“Constatamos que 85% das águas são limpas, o que demonstra que o Brasil tem uma grande riqueza, mas também que nas regiões habitadas a qualidade é péssima, não se investe para preservar esta riqueza”, lamenta Moss.

De Belém a São Paulo sobre um rio voador

A aventura aérea e ambiental prosseguiu em 2006, com o projeto Rios Voadores, no qual embarcaram importantes cientistas que já tinham advertido para o fenômeno e agora utilizam os dados para confirmá-lo. Eles criaram equipamentos adaptados ao monomotor e a um balão aeroestático, com o qual Moss percorreu o país para condensar e analisar gotas do vapor atmosférico originadas na Amazônia.

O piloto chegou a viajar oito dias na trajetória de um rio voador, da cidde amazônica de Belém ao Pantanal (centro-oeste) e a São Paulo (sudeste). “Era uma massa enorme de vapor d’água, equivalente ao que São Paulo consome em 115 dias, foi muito bom para divulgar os nossos resultados”, explica.

Com estes estudos, o respeitado Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) traça diariamente trajetórias das correntes de umidade amazônica por todo o Brasil, enquanto o projeto se concentra agora em divulgar os resultados para alcançar seu objetivo: ajudar a salvar a Amazônia. “Nosso objetivo é que uma criança em São Paulo ou um produtor do sul saibam que sua agricultura e sua energia dependem muito da água que chega da Amazônia”, diz Moss.

Os cientistas calculam que quase 20% da Amazônia já tenha sido destruída e alguns indicam que se a destruição chegar a 35% ou 40%, atingirá um ponto sem volta frente ao avanço do cerrado. O Brasil alcançou um pico de desmatamento em 2004, com 27 mil km2. Conseguiu reverter a tendência a mínimos históricos, mas ainda perde 6,4 mil km2 de selva amazônica por ano.

Fonte: Terra

Renovação de concessões é teste para mercado livre de energia


O mercado livre de energia elétrica espera estagnação de tamanho no curto prazo, diante de incertezas sobre sua liquidez futura após o governo definir que toda a energia mais barata das concessões de geração que venceriam de 2015 a 2017 irá para o ambiente regulado.

Alguns agentes mais pessimistas chegam a duvidar que o mercado livre –no qual estão concentrados os consumidores industriais– terá oferta de energia suficiente no longo prazo a preços competitivos para continuar existindo.

Os consumidores livres, que representam 27 por cento do mercado de energia nacional, se beneficiarão da queda do valor da energia decorrente da redução dos encargos setoriais, segundo medidas anunciadas nesta semana. Mas não esperam, neste momento, ter vantagens pela energia mais barata dos ativos antigos.

“Essas medidas que o governo editou podem ter um efeito já agora porque parte dessa energia (da renovação das concessões) pode estar contratada no mercado livre”, disse o presidente da Bolt Comercializadora, Erico Evaristo.

Outro executivo do segmento de comercialização, que pediu para não ser identificado, alerta que ainda é preciso ter cautela, porque há dúvidas sobre se o mercado regulado precisará mesmo de toda a energia disponível das concessões renovadas para atender à demanda. Ele considera que ainda é preciso esperar os decretos que detalharão a Medida Provisória sobre renovação das concessões.

O governo antecipou a renovação das concessões de geração e transmissão que venceriam entre 2015 e 2017 para 2013, como parte do pacote para reduzir a conta de luz dos consumidores, em média, em 20,2 por cento. Parte da energia que estava contratada no mercado livre terá que ser destinada ao mercado regulado, pelas novas regras.

Não existem dados oficiais sobre quanto de energia das concessões a serem renovadas está contratado no mercado livre. Agentes estimam algo entre 15 e 20 por cento.

“Em termos de energia, mais de 20 por cento do total foi negociado no mercado livre”, afirmou o sócio-diretor da Enecel Energia, Raimundo Batista Neto.

O presidente do Conselho de Administração da Apine, associação que reúne produtores independentes –geradores de energia que negociam com o mercados livre e regulado–, Luiz Fernando Vianna, acredita que grande parte da energia produzida pelos 22.341 MW de capacidade que serão renovadas já esteja com as distribuidoras.

“Então 85 por cento estaria no mercado cativo e só 15 por cento no livre. Esse impacto não deve ser grande”, afirmou Vianna.

DEMANDA

A avaliação do presidente da Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), Carlos Faria, é de que contratos vigentes com o mercado livre estão garantidos, recaindo sobre as geradoras a obrigação de entregar a energia.

“No mercado livre, a gente corre o risco em um primeiro momento de ter falta de liquidez. Por outro lado, toda a energia que será direcionada para o cativo, até em função do momento da conjuntura econômica, não vai poder ser absorvida”, previu Faria, que não acredita no fim do mercado livre.

Ainda assim, alguns agentes consideram que o mercado livre de energia pode ser reduzido ao longo do tempo.

Além da exigência de que toda a energia das concessões renovadas vá para o mercado regulado, o mesmo vale para os leilões de energia nova. “Se essa regra perdurar, no fim, toda a energia vai acabar no mercado regulado”, disse Evaristo, da Bolt.

Atualmente, o mercado livre é composto por 579 consumidores livres (com demanda mínima de 3 MW) e 890 consumidores especiais (entre 500 kW e 3 MW, que têm direito de adquirir energia de fontes incentivadas), segundo dados no site da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Para retornarem ao mercado regulado, os consumidores especiais devem avisar de sua intenção com no mínimo seis meses de antecedência, enquanto os livres precisam avisar cinco anos antes, de acordo com a legislação do setor.

Assim, no curto e no médio prazo a volta desses consumidores para o mercado regulado não será maciça.

“O mercado está todo parado tentando entender o que está acontecendo”, disse Batista Neto, da Enecel Energia.

PREÇOS

A vantagem para consumidores migrarem para o mercado livre sempre foi a possibilidade de reduzir custos com a compra de energia. Num primeiro momento, para continuar competitivo, o mercado livre poderá sofrer uma redução de preços, segundo o sócio-diretor da Ecom Energia, Márcio Sant’Anna. “O mercado vai ter que ser criativo”, disse.

Em um rápido cálculo, Sant’Anna considera que o custo da eletricidade no mercado regulado caia em cerca de 15 por cento, considerando apenas a parcela energia, sem a redução de encargos sobre o setor e menores tarifas de uso dos sistemas de transmissão e distribuição.

O menor preço da energia no mercado regulado pode ainda motivar que consumidores com energia contratada no mercado livre queiram renegociar contratos, na tentativa de também obter preços menores, afirmou Faria, da Anace.

“Mas uma outra leitura é que no médio prazo os preços tendem a voltar a ser atrativos no mercado livre”, disse Sant’Anna, da Ecom Energia, ao explicar que novas usinas com preço de energia não influenciado pela renovação de concessões vão entrando no modelo, e porque a energia vai sendo ajustada pelo IPCA.

O especialista em energia Ricardo Savóia, da consultoria Andrade & Canellas, também avalia que a queda do preço da energia no mercado regulado forçará a uma redução no livre, pois o ambiente cativo é tido como referência de preços –estimando queda entre 10 e 15 por cento, preliminarmente.

Por Anna Flávia Rochas e Fabio Couto. Copyright Thomson Reuters 2011

Governo apresenta avanços em fórum regional sobre cartografia

Na manhã da última quinta-feira (13), integrantes da Superintendência de Produção da Informação e
do Conhecimento da Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande) participaram da 3ª reunião do Fórum Regional Nordeste da Comissão Nacional da Cartografia (Concar), realizado na cidade de Aracaju (SE).
 
A reunião teve como objetivo discutir os encaminhamentos oriundos da primeira reunião do Fórum Nacional de Gestores de Geoinformação e da 18ª reunião Plenária da Concar, realizados nos meses de julho e agosto.
 
Durante a reunião o Diretor de Geoprocessamento da Seplande, Robson Brandão, apresentou os avanços alcançados por Alagoas na área de cartografia e geoprocessamento, além do Portal Geográfico de Alagoas. “Nos últimos dois anos houve um crescimento significativo nessas áreas, com ações desenvolvidas pelo Estado para a melhoria da gestão pública através dos dados obtidos pelas imagens via satélite”, afirma.
 
Além de servir como uma oportunidade de divulgação do trabalho que está sendo desempenhado em cada localidade, o evento propicia outras vantagens para os participantes da área. “O Fórum tem como prioridade debater nacionalmente as temáticas mais atuais sobre cartografia e geoinformação, então nós temos várias maneiras de interagir com outros Estados para levantar contribuições para a área”, concluiu Tereza Márcia, gerente de Cálculo dos Agregados Econômicos da Seplande.
 
Fonte: Governo de Alagoas

CEO do Facebook reconhece erros na mobilidade

Em sua primeira aparição depois da IPO de maio, Zuckerberg afirma que agora está tentando construir uma “companhia móvel”
 
O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, reconheceu ontem, em sua primeira aparição pública depois da oferta de ações realizada em maio, que a empresa está errando em sua estratagéia para o mundo da mobiidade, mas assegurou que a corporação vai se tornar uma “companhia móvel” em breve.
 
Ele admitiu que a empresa apostou errado há dois anos em construir apps móveis que pudessem rodar em diferentes tipos de aparelhos, ao invés de escrever códigos para os sistemas operacionais distintos.
Zuckerberg afirmou que o Facebook irá arrecadar mais recursos do mundo móvel do que no dos computadores de mesa no futuro, mas não antecipou qualquer medida que será tomada para arrecadar recursos dos anúncios móveis. Descartou também qualquer possibilidade de a rede social criar o seu próprio aparelho de celular. “Esta é claramente uma estratégia errada para nós”, afirmou.
 
As suas afirmações ajudaram as ações do Facebook terem uma ligeria alta no dia de ontem, mas continuam com o preço bem inferior aos US$ 38 estabelecidos inicialmente.
 
Fonte: Telesíntese

ENCE abre inscrições para especialização em Análise Ambiental e Gestão do Território

 

As inscrições para a Especialização em Análise Ambiental e Gestão do Território da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE) vão de 3 de setembro a 19 de outubro de 2012, das 10h às 18h. O programa oferece anualmente até 30 vagas. O edital do processo seletivo está disponível na página www.ence.ibge.gov.br/web/ence/processo-de-selecao. Mais informações também podem ser obtidas na secretaria da Gerência de Registro e Controle da ENCE: (21) 2142-4690 e 2142-4696.
 
O processo seletivo será realizado em duas fases, todas de caráter eliminatório. A primeira fase ocorre em 9 de novembro e consiste na prova de português e matemática (das 13h30 às 17h30). A segunda fase consiste na análise e avaliação da documentação e entrevista, nos dias 5, 6 e 7 de dezembro. O resultado final será divulgado em 12 de dezembro.
 
A ENCE é uma instituição federal de ensino superior que faz parte do IBGE. Foi fundada em 1953 e, desde 1984, vem oferecendo cursos de Pós-Graduação lato sensu. Em 1998, foi criado o Programa de Mestrado, stricto sensu, em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais. A Escola atua nos níveis de bacharelado, especialização e mestrado, além de promover atividades de pesquisa e oferecer cursos avulsos de atualização e extensão. Também é responsável pelas atividades de capacitação e treinamento dos servidores do IBGE.
 
O curso de Especialização em Análise Ambiental e Gestão do Território, iniciado em 1997, tem por objetivo aprimorar a formação e a qualificação profissional daqueles que pretendem atuar ou que já atuam como planejadores, nas esferas pública e privada, formulando e implementando estratégias de apropriação e de uso dos recursos naturais orientadoras dos processos de gestão e organização do espaço territorial. O curso será desenvolvido enfatizando questões pertinentes à formação de gestores ambientais, que serão trabalhadas considerando uma clientela multidisciplinar.
 
São oferecidas disciplinas básicas e disciplinas de bases metodológicas. As disciplinas referentes à conceituação básica buscam a padronização de linguagens, bem como a organização e o uso dos conceitos para o desenvolvimento e a implementação de políticas e projetos ambientais.
 
As disciplinas referentes às diferentes bases metodológicas procuram orientar o aluno quanto à produção e organização do conhecimento e à estruturação de um projeto de pesquisa, incluindo busca, acesso e tratamento das fontes de dados. Estão incluídos no aprendizado seminários, práticas de campo e visitas técnicas a diferentes instituições de pesquisa e de gestão ambiental, bem como a orientação no que se refere à busca de fonte de dados. A lista das monografias defendidas encontra-se disponível na página www.ence.ibge.gov.br/web/ence/monografias.
 
O curso tem início previsto para o mês de março de 2013 e desenvolve-se em quatro períodos letivos: março a maio, junho a setembro, setembro a dezembro. Os meses de janeiro e fevereiro de 2013 também serão utilizados para ministrar disciplinas do curso de verão.
Para conhecer o processo de seleção, clique aqui.
 
Fonte: IBGE